sexta-feira, 13 de setembro de 2019

TEKOHA no VIII Seminário Povos Indígenas e Sustentabilidade


O espetáculo de teatro de rua Tekoha - Ritual de vida e morte do Deus Pequeno será apresentado no VIII Seminário Povos Indígenas e Sustentabilidade: Produção de Conhecimento e Interculturalidade, que acontecerá na Universidade Católica Dom Bosco, às 19 horas no bloco - A.

O VIII Seminário conta com os seguintes apoiadores:
Centro Estadual de Formação de Professores Indígenas de Mato Grosso do Sul - CEFPI;
Programa de Pós-Graduação Mestrado em Desenvolvimento Local - UCDB;
Universidade Federal da Grande Dourados - FAIND;
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul;
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.

E realização do:
Programa de Pós-Graduação em Educação - Mestrado e Doutorado - PPGE/ UCDB;
Núcleo de Estudos e Pesquisas das populações Indígenas - NEPPI/ UCDB;
E da Rede de Saberes - UFMS/ UCDB/ UEMS/ UFGD

TEKOHA 
Ritual de Vida e Morte do Deus Pequeno
O espetáculo narra a trajetória do líder guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo, Tekoha, tem um significado peculiar. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. Tekoha, assim, refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura guarani. É no Tekoha que os guaranis vivem seu modo de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação tão sagrado aos guaranis.

Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Fran Corona, Moreno Mourão, Paulo Augusto, Fernando Cruz e Ariela Barreto
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Foto: Danilo Vieira - FIT Rio Preto 2017
Designer gráfico: Maira Espíndola 
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre

terça-feira, 20 de agosto de 2019

13 ANOS DE MARACANGALHA

Entonces gente, são 13 anos pelas ruas a Céu Aberto, e com Direito a Cidade, compartilhamos o que temos de melhor: Arte, Luta e Festa! Acompanhe a programação que começa dia 11 de Agosto e segue até dia 31 de agosto. Tem Cortejo de São Genésio, Teatro de Rua, Intervenção, Performance, Seminário, Rendevu (babadoforte) Festa!
Tudo em nome da Alegria!
Vivas São Genésio!
EvoÉ Baco, Nossa Senhora da Diversão, Curumins, Erês, Laroyeee!



RENDEVU 13 ENCRUZILHADAS DE MARACANGALHA – Celebração Diversão Festa Ferveção Junção Fuleraji Balbúrdia Conexões Catarse bejacubejacubejacu No BAR BOLA SETE – Bairro Amambaí – a partir das 15:00 Domingão véspera de aniver de CG. Ahhhhhh CINCO PILAS para Fortalecer a manutenção do nosso espaço e Circulação pela cidade afora . Apoie esse Rolê, não é transgênico.
13 encruzilhadas, caminhos que se encontram e desordenam causando transformações. E na crença da ajuda mútua celebramos o cuidado daqueles que nos são queridos, daqueles que nos são estranhos e da grande maioria que luta nesta sociedade capitalistafascista. E temos que olhar para fora, 360 graus. Para os que são diferentes de nós e nóix tudo misturado, farofado, com pimenta vermelha: Lutar e se Divertir! Diversão é Divino! Brindemos com a nossa Laia. Salve Nossa Senhora da Diversão!
EVOÉ Maracangalha!
EvoÉ Teatro de Rua!
Laroyeeeeee!

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Carta ao Excelentíssimo Sr. Presidente da República - RBTR



Brasil, 27 de junho de 2019.

Dia Nacional da Tomada do Brasil Pelas Artes Públicas

em memória a Luana Barbosa, assassinada pela polícia militar.



Carta ao Excelentíssimo Sr. Presidente da República,

A RBTR - Rede Brasileira de Teatro de Rua, agregadora de artistas, ativistas e coletivos nesta esfera do teatro brasileiro, bem como pesquisadoras(es) das artes cênicas, educadoras(es) populares e professoras(es) de escolas e universidades públicas, além de profissionais dos mais diversos campos da Cultura, nos 26 estados do Brasil e Distrito Federal, vem, por meio desta, parabenizar o Excelentíssimo Presidente da República, Sr. Jair Messias Bolsonaro, pela escolha do Sr. Roberto Alvim para a condução do Centro de Artes Cênicas da FUNARTE. Ninguém, na ampla área cultural deste país, teria maior capacidade de se integrar a um governo desta natureza, somando-se a um quadro tão distinto de "profissionais" do atual governo federal, nomeados por Vossa Excelência.

O Teatro é uma arte difícil, de elaboração complexa e plural, poética. Teatro este, que não nasceu na Grécia, mas nas ruas e nos ritos visceralmente populares, nos corpos de uma gente que sempre foi morta pelos "vencedores" que contam a história oficial: a classe dominante. Sabemos da importância de nossa poética e prática e das formas plurais e complexas, por meio das quais ela se manifesta, em sua capacidade de dialogar com a população que ainda caminha nas ruas insalubres desse Brasil, em especial nas periferias.

Nenhuma(um) artista desta Rede aceitaria fazer parte de um governo fascista, misógino, homofóbico e militarizado, que em tão pouco tempo, levou às alturas os índices de violência, feminicídio, fome e desemprego, sem apresentar à sociedade brasileira como um todo (e não apenas ao seu próprio contingente eleitoral) alguma proposta efetiva, que não esteja embuída de mais cortes nos investimentos sociais e de privatizações ao gosto do Grande Capital, especialmente do setor financeiro, de parcela considerável das igrejas evangélicas e do agronegócio.

Um governo que se declara inimigo da Educação não poderia ter alguém mais adequado do que o Sr. Alvim, fruto de uma geração teatral de grupo da cidade de São Paulo, a mesma que, agora, ele próprio condena, tendo convertido-se de maneira fanática à fé católica, em sua vertente mais reacionária, o que paradoxalmente dista-se até mesmo do que prega o atual Sumo Pontífice. Alvim perverte a história do Teatro com o discurso ideológico alinhado à lógica ilógica do projeto Escola sem Partido. O Sr Alvim, baseado em crenças individuais, visões milagrosas e passagens bíblicas mal interpretadas, além de repetidos plágios, divide a arte em dois lados e os coloca em uma "guerra", na qual, segundo ele, apenas o time "da esquerda" é ideológico e mal elaborado. Ao outro lado, o "conservador", para o qual ele conclama seguidores, cabe, a seu ver, a "verdadeira poesia" e a neutralidade.

A Rede Brasileira de Teatro de Rua, por sua vez, é uma realidade consolidada e conectada em todo o território nacional. Em suas ações, ela vem, há muito tempo, realizando inúmeras publicações, festivais, espetáculos e encontros municipais, estaduais e nacionais, agregando atualmente mais de 500 grupos teatrais e milhares de artistas em atividade. Somos a história viva de uma cultura que EXISTE E RESISTE, com ou sem o apoio do poder público; que lutou e conquistou leis, programas e editais públicos, com comissões democraticamente eleitas pela sociedade civil, para uma equilibrada divisão das verbas e investimentos públicos na Cultura, que considere sempre a diversidade e a liberdade na produção multidiversificada desse país tão distinto.

Nota-se, portanto, que estamos na contramão das expectativas do Sr. Alvim, o qual, logo em sua primeira ação, já busca impor à realidade apenas um tipo de arte como merecedora de investimentos. Isto tem nome antigo, Sr Presidente da República: "política de balcão". Ou, simplesmente: CORRUPÇÃO. Não nos resta a menor sombra de dúvida de que sua escolha significa um enorme retrocesso no setor das políticas públicas, tão arduamente conquistadas em conferências, encontros e debates nacionais. Não compactuamos com esse governo que é, SIM, ideológico e tem, SIM, um projeto de desmonte e de doutrinação cultural planejado, agora, aparelhado em instituições que eram para ser públicas e democráticas e que passam a se tornar máquina de propaganda aberta e declarada do próprio governo.

Na História, os grandes equívocos não se repetem duas vezes da mesma forma, Sr Presidente da República, a não ser da seguinte maneira: na primeira, como tragédia; na segunda, farsa. E nada nos parece mais farsesco do que essa ascensão patética do Sr. Alvim ao referido cargo na Fundação Nacional das Artes, completando, assim, o seu quadro ilustre dos ditos “representantes de Deus”, ainda cheios de dólares nas cuecas e clamando por justiça com armas nas mãos.

Estamos na platéia, não sentados pacificamente, mas como bons espectadores, com tomates à postos e merda nos sapatos, atentos ao desenrolar dessa história triste, resultado de sucessivos golpes, que nos impedem de calar. O tempo há de provar as injustiças e as máscaras já começaram a cair. E não são poucas.

O Sr. Presidente da República tem, sabemos, o direito de escolher seus colaboradores, mas saiba: o Sr Roberto Alvim jamais terá a legitimidade selada pelos seus pares da categoria cultural. Essa divisão medíocre e simplória que, em seu primeiro ato este colega elabora, com flagrante ignorância, tenda reduzir a apenas dois lados um front cultural de enorme Pluralidade, Liberdade de Expressão Artística e Diversidade Cultural que temos produzido nos últimos anos, mesmo sem os investimentos necessários e políticas adequadas.

Considerando isto tudo, folgamos em saber que o colega Alvim sabe de que lado está, pois nós também sabemos (e muito bem!) o nosso lugar no carro alegre da História. E é somente porque o nosso teatro representa um perigo, ao despertar corpos e mentes para as tamanhas contradições que tem ocorrido, que este governo rapidamente se propõe a eliminá-lo. Proibindo a arte nos meios públicos de trânsito de trabalhadores, como já fez no Rio de Janeiro, ou elevando a cargos públicos da cultura, profissionais que agem em nome de único deus, num Estado que deveria, pela constituição, ser laico. Mas, Sr. Presidente da República, lembre-se que “a História será implacável com os que hoje se julgam vencedores”. Traidores não passarão.

Desde que este país foi invadido e que a matança de nossos povos originários teve início, nós resistimos. Os couros de nossos tambores se esticam no que resta de sol e seguimos fazendo barulho. Nosso teatro não é produzido em gabinetes ou palanques, mas nas ruas, nas vielas e favelas, florestas e assentamentos, quilombos e aldeias que, independente do governo em questão, permanecem vivas, por sua luta e história. Quanto mais nos encurralam, mais nós ficamos perto, juntos, em festa, estandartes de pé e olhos vivos, acendendo fogueiras e ensaiando novas peças, com ou sem o apoio de Vossa Senhoria.

Quando matam Marielle, multiplicam seu grito por todo planeta. Quando assassinam a Lua, nascem estrelas em cada pedaço de ceú. Não se enganem, apontando suas armas aos nossos coletivos e trabalhos. A força ancestral de todos os deuses e deusas desse teatro que pulsa, jamais se dobrará aos seus decretos. Esperamos, juntas(os), editais, comissões, prêmios e programas que sejam de fato PÚBLICOS e abrangendo tudo que nossa cultura já conquistou com muita luta.

“Se não nos deixam sonhar, não deixaremos vocês dormirem em paz”.


segunda-feira, 10 de junho de 2019

JUNHO TRAGICÔMICO

TEMPORADA DE JUNHO COM A TRAGICOMÉDIA DE DOM CRISTÓVÃO E SÍNHA ROSINHA

Dia 16 de junho (domingo), às 16 horas na Praça do Peixe, localizada na Av. Bom Pastor com a Av. Cel. Pôrto Carrero, 100 - Vila Vilas Boas, Campo Grande - MS, 79051-140

Dia 20 de junho (quinta-feira), às 19 horas na Feira da Orla Morena, localizada na Av. Noroeste - Vila Planalto, Campo Grande - MS, 79008-520

Dia 27 de junho (quinta-feira), às 11 horas e 30 minutos na Praça Ary Coelho, localizada na Rua 14 de Julho com a Av. Afonso Pena - Centro, Campo Grande - MS, 79002-071


TRAGICOMÉDIA DE DOM CRISTÓVÃO E SINHÁ ROSINHA
Sinhá Rosinha quer casar, mas, como enfrentará o autoritário pai, o prepotente dom Cristóvão, o ex-namorado e seu apaixonado pretendente? Como escapará de um casamento forjado pelo dinheiro e viverá o seu amor desimpedido? Como diz sinhá Rosinha: “que se dane seu dinheirinho eu quero é o amor!”. Uma farsa que exalta os valores como a independência, a arte e o amor.


Ficha técnica
Adaptação do texto de Federico Garcia Lorca
Direção: Fernando Cruz
Direção musical: Jonas Feliz
Atuadores: Pepa Quadrini, Ariela Barreto, Fernando Cruz, Fran Corona, Moreno Mourão e Paulo Augusto
Figurino, cenografia, adereços e maquiagem: Ghva
Designer gráfico: Maíra Espíndola
Registro audiovisual: Cátia santos
Fotografia: Diogo Gonçalves/Ateliê Passarinho
Produção e contra regra : Ana Capilé
Realização : Teatro Imaginário Maracangalha
Comparsas: Rede Brasileira de Teatro de Rua (RBTR), Najom, Ateliê Passarinho, Associação Miguel Couto, Degrau Estúdio, BRASA Comunicação, Teatral Grupo de Risco, Circo do Mato e Flor & Espinho Teatro
Investimento – FCMS –Prêmio Rubens Correa de Teatro 2014

FERRO EM BRASA na E. E. Élia França Cardoso

FERRO EM BRASA
Dia 19 de junho às 10 horas na Escola Estadual Élia França Cardoso, localizada na rua Srg. Jonas Sérgio de Oliveira, 297 - Jardim São Conrado, Campo Grande - MS.




FERRO EM BRASA

A intervenção de rua em teatro épico aborda o impacto da invasão das terras indígenas de 1500 até hoje no Brasil e na América com a chegada das primeiras naus e os primeiros contatos com os povos originários. É construída a partir das cartas de Bartolomé de Las Casas (1507), Pero Vaz de Caminha (1500), poemas de Oswald de Andrade e notícias recorrentes em  jornais atuais.

Ficha técnica:
Direção e dramaturgia: Fernando Cruz  
Texto: cartas de Bartolomé de Las Casas e Pero Vaz de Caminha, poemas de Oswald de Andrade e notícias jornais.
Encenação: Fernando Cruz e o grupo  
Elenco: Fran Corona, Fernando Cruz, Ariela Barreto, Moreno Mourão, Paulo Augusto e Pepa Quadrini
Figurino: o grupo
Designer gráfico: Maíra Espíndola

terça-feira, 14 de maio de 2019

OFICINAS DA VIII TEMPORADA DO CHAPÉU


INSCRIÇÕES ATÉ DIA 20 DE MAIO DE 2019

FICHA DE INSCRIÇÃO

OFICINA:
NOME:
RG:
CPF:

ENVIAR PARA O EMAIL:
8temporadadochapeu@gmail.com 


Dia 21/05 Terça-feira
14:00 – 16:00 Oficina de Circo do Rosa dos Ventos – Presidente Prudente/SP

 Perna de Pau, malabarismo e acrobacias, bambolê, uma grande brincadeira circense proposta pelos integrantes do grupo Rosa dos Ventos para a diversão dos participantes. O objetivo é promover momentos agradáveis onde as dificílimas habilidades circenses possam ser experimentadas de forma lúdica e descontraída. Equilíbrio, coordenação motora, reflexo, experimentados como uma brincadeira, uma festa! Esta proposta é fruto do trabalho e reflexões do Grupo Rosa dos Ventos sobre experiências com a linguagem circense vivenciadas durante os 20 anos de atividades do grupo.
Dia 22/05 Quarta-feira
14:00 – 16:00 Oficina de Circo do Rosa dos Ventos – Presidente Prudente/SP











Dia 23/05 Quinta-feira
14:00 – 17:00 Oficina de Iniciação Circense da Cia Os Palhaços de Rua – Londrina/PR

A oficina “O Circo na comunidade: apresentação de exercícios técnicos e artísticos para primeiro contato com a linguagem circense” visa apresentar a tradicional arte do circo através de exercícios técnicos e jogos, individuais e coletivos. Concebida para todas as idades, a oficina apresentará alguns fundamentos de números circenses, tais como: acrobacias de solo, malabarismos e esquetes de palhaço; sendo exibidos os princípios de elementos técnicos que compõem o fazer circense. A oficina visa o encontro entre público e artistas na dinâmica de uma experiência que envolve educação e arte.
Dia 24/05 Sexta-feira
14:00 – 17:00 Oficina de Iniciação Circense da Cia Os Palhaços de Rua – Londrina/PR






Dia 25/05 Sábado
14:00 – 16:00 Oficina do Coletivo CLanDesTino – Dourados/MS Vivências CLanDesTinas – Corajos(e)s Uni-vos!!
O Coletivo CLanDesTino ao longo dos anos caracterizou-se por desenvolver oficinas teatrais em que pode compartilhar experiências de seus processos criativos. Na oficina propomos uma vivência na metodologia de trabalho do grupo e das propostas que são trabalhadas ao longo do processo de A coragem que conserva os dentes, exploramos elementos da Estética do Oprimido e da relação entre imagem, som e palavra, técnicas de teatro de rua e teatro dialético sob a temática das relações de violência, exploração, ódio e divisão social explicitadas na atual conjuntura das sociedades contemporâneas.
Público alvo: pessoas interessadas em teatro.

segunda-feira, 29 de abril de 2019

VIII TEMPORADA DO CHAPÉU



O Teatro Imaginário Maracangalha pede passagem! Convidamos a todas e todos para “VIII TEMPORADA DO CHAPÉU” que deixará a cidade mais colorida, festiva e claro muito reflexiva, do dia 20 ao dia 26 de maio Campo Grande será invadida por artistas, teatreirxs, e rueirxs oriundos de diversas partes desse Brasil, que realizarão oficinas, seminário, espetáculos, performances e o Rendevu, para encerrar com uma festa maneira regada de muita música, arte e gente bacana.
E como toda abertura merece, o início da mostra será marcado com muita energia suor e alegria com o cortejo feito pelxs artistas presentes com muita música e diversão pelas ruas do centro, concentração marcada para 11 horas na praça Ari Coelho no dia 23 de maio. Laroyê! Evoé!
Esta Mostra é realizada pelo grupo Teatro Imaginário Maracangalha e comparsas, nessa VIII edição foi contemplada com o Programa de Fomento ao Teatro [FOMTEATRO] em 2018 pela Secretaria de Cultura e Turismo de Campo Grande (SECTUR) e tem o apoio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS). Ah! E claro, de você também, a mostra é toda aberta e gratuita, em todas as ações artistas passarão o chapéu que é nossa maneira milenar de manter a arte na rua e viver com dignidade, apoie e valorize a/o artista de rua, se tiver possibilidade contribua, mas quem não tem aceitamos abraços e afetos, viva a arte de rua.
Evoé!

PROGRAMAÇÃO

ESPETÁCULOS

Dia 20/05 Segunda-feira

Escola Municipal Professor Vanderlei Rosa de Oliveira
09:30 Teatro Imaginário Maracangalha: A Tragicomédia de Dom Cristóvão e Sinhá Rosinha


Sinhá Rosinha quer casar, mas, como enfrentará o autoritário pai, o prepotente dom Cristóvão, o ex-namorado e seu apaixonado pretendente? Como escapará de um casamento forjado pelo dinheiro e viverá o seu amor desimpedido? Como diz sinhá Rosinha: “que se dane seu dinheirinho eu quero é o amor! ”. Uma farsa que exalta os valores como a independência, a arte e o amor.

Adaptação do texto de Federico Garcia Lorca
Direção: Fernando Cruz
Direção musical: Jonas Feliz
Atuadores: Pepa Quadrini, Ariela Barreto, Fernando Cruz, Fran Corona, Moreno Mourão e Paulo Augusto
Foto: Vaca Azul



Instituto Federal de Mato Grosso do Sul
15:15 Teatro Imaginário Maracangalha: Tekoha - Ritual de Vida e Morte do Deus Pequeno

O espetáculo narra a trajetória do líder guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo, Tekoha, tem um significado peculiar. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. Tekoha, assim, refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura guarani. É no Tekoha que os guaranis vivem seu modo de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação tão sagrado aos guaranis.

Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Fran Corona, Moreno Mourão, Paulo Augusto, Fernando Cruz e Ariela Barreto
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Foto: Danilo Vieira - FIT Rio Preto 2017
Designer gráfico: Maira Espíndola 
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre


Dia 23/05 Quinta-feira










11:00 - Cortejo de Abertura - Concentração Praça Ari Coelho [Centro].




Orla Morena - Teatro de Arena

19:00 CIA Arte Negus: Ambulante – Campo Grande/MS
Duas pessoas e a desafiadora rotina no universo do “ganha e perde”. Um local onde apenas o mais esperto sobrevive, e para isso é preciso sonhar, ser criativo, se portar como um sujeito matreiro, como um cowboy, um monge e encantar cobras e dragões. “Figura” e “Ououou” são vendedores ambulantes, perderam muito na vida e não querem perder a possibilidade de sonhar. Um é ex-paraquedista militar, o outro um herdeiro de uma longa e distinta linhagem de mascateiros. São opostos que se complementam, e vendem as histórias dos produtos de sua barraca ambulante, pedindo apenas alguns poucos minutos das vidas dos fregueses para que possam sobreviverem em suas próprias.


Direção: Abel Saavedra
Texto: Augusto Figliaggi e Elaine Guarani
Elenco: Augusto Figliaggi e Elaine Guarani
Figurino: Raquel Saldívia e Magê Blanques
Cenário e adereços: Abel Saavedra, Raquel Saldívia,
Elaine Guarani e Augusto Figliaggi
Cenotécnica e sonoplastia:Rafael Barros e Umberto Lima
Preparação Musical: Estela Ceregat
Trilha de abertura: "Venham Ver" - Augusto Figliaggi e
Elaine Guarani
Fotógrafo: Rosan Chaves
Música: «Segundo Quarto» - Estela Ceregat





20:00 Grupo Rosa dos Ventos: Fuzurufafa Bafafazuru – Presidente Prudente/SP


A trupe de palhaços resolve apelar para a alta tecnologia e leva para dentro do espetáculo artistas famosos evocados pelo publico. Fuzurufafa Bafafazuru é uma trama para o sucesso, cheio de surpresas, musicas e presepadas que são a marca do Rosa dos Ventos.
Uma espécie de "futuro do circo", que mistura drone monocóptero caseiro acoplado de projetor holográfico a mais grande excentricidade musical e coisas do sítio. Um espetáculo explosivo, capaz de despertar grandes emoções no público.

Elenco: Fernando Ávila (Dez pras Sete)
Luiz Paulo Valente (Seu Lavanco)
Tiago Munhoz (Custipíl de Pinoti)
Texto: Grupo Rosa dos Ventos
Direção: Grupo Rosa dos Ventos
Criação Musical: Grupo Rosa dos Ventos



Dia 24/05 Sexta-feira

Orla Morena - Teatro de Arena


19:00 Coletivo ClanDesTino: A Coragem que Conserva os Dentes – Dourados/MS

Os lugares são comuns, as situações cotidianas, os personagens se encontram em qualquer esquina. Todos iguais em suas contradições. De que lado você vai ficar? O Coletivo CLanDesTino propõe o enfrentamento público/personagem/ator de forma tragicômica. Na peça os personagens são representações sociais, alegorias do poder estabelecido em nossa sociedade, uma narrativa de desconstrução social. Parte-se de um mundo ideal, o conflito se estabelece através de metáforas que ressignificam a naturalidade das divisões sociais impostas no mundo contemporâneo.

Direção, figurino e maquiagem: Karla Neves
Dramaturgia: Igor Schiavo
Atuação: Eric Serafim, Igor Schiavo, Ludmila Lopes, Raíque Moura, Romário Hilário



20:00 Cia dOs Inventivos: Um Canto para Carolina – São Paulo/SP

Os irmãos João, José e Vera recebem de presente o primeiro exemplar da publicação do livro-diário “Quarto de despejo”, escrito por sua mãe, Carolina Maria de Jesus. Mergulhando no cotidiano registrado por ela, os filhos revivem suas histórias de luta por uma vida melhor. “O maior espetáculo do pobre da atualidade é comer”. Carolina Maria de Jesus.

Artistas criadores: Adilson Fernades, Aysha Nascimento, Marcos Di Ferreira e Tainã Azevedo 
Concepção e direção geral: Flávio Rodrigues
Dramaturgia em processo colaborativo com a Cia. dos Inventivos: Tadeu Renato



Dia 25/05 Sábado

Orla Morena - Teatro de Arena


17:30 Teatro&Cidade – Núcleo de Pesquisa Cênica: Seis Personagens à Procura de um Lugar – Belo Horizonte/MG

Ao anoitecer, em meio ao fluxo de pessoas e automóveis, seis estranhas figuras estão à procura de um lugar. À deriva, com seus poucos e precários pertences, se ocupam de tarefas inventadas para tentar manter-se ancorados numa realidade da qual parecem deslocados.

Direção: Rogério Lopes
Criação e dramaturgia: Coletiva
Atores Criadores: Diego Meneses, José Antônio de Almeida, Nayra Carneiro, Pedro Vilaça, Rikelle Ribeiro e Rogério Lopes
Figurino e adereços: Tereza Bruzzi e grupo
Fotografia e filmagem: Naum Produções
Workshop de caracterização: Mauro Gelmini
Workshop de Performance: Flávio Rabelo
Workshop de teoria teatral: Elisa Belém
Workshop de dança: Margô Assis
Workshop de capoeira: Gercino Alves
Workshop de Jogos teatrais: Fernando Linares


18:30 Brava Companhia: Show do Pimpão – São Paulo/SP
(Indicação Etária 12 anos)
Uma intervenção cênica (ou cínica) da Brava Companhia.
Numa localidade qualquer da periferia do capitalismo três miseráveis artistas se juntam para tentar arrecadar algum numerário que lhes garanta a refeição do dia.
Em tempos de crise, fazer graça com a própria desgraça foi a única alternativa que lhes restou como forma de sobrevivência. E se o show não lhes rende o suficiente para comer, ao menos o barulho das risadas do público ajuda a abafar o ronco dos seus estômagos vazios, e a tentar esquecer a própria desnutrição.
Seria trágico... Se não fosse cômico

Criação: Brava Companhia
Direção e Dramaturgia: Ademir de Almeida
Direção Musical: Joel Carozzi
Atores: Fábio Resende, Max Raimundo, Márcio Rodrigues
Figurinos: Cris Lima, Márcio Rodrigues, Rafaela Carneiro
Cenário: Joel Carozzi, Márcio Rodrigues, Sérgio Carozzi
Design Gráfico: Ademir de Almeida
Fotos: Fábio Hirata, Fernando Solidade
Produção: Kátia Alves



26/05 Domingo

Orla Morena - Teatro de Arena

17:00 Teatral Grupo de Risco: Revolução – Campo Grande/MS

Um espetáculo de rua com adaptação do texto “A Revolução na América do Sul” (de Augusto Boal). Desenrola a história de um operário que busca melhoria de salário e ao conseguir é despedido de seu emprego. Zequinha Tapioca, também operário, tenta organizar uma revolução e se torna um dos candidatos a presidência da república. No país, é ano eleitoral. Conchavos políticos e midiáticos são travados enquanto José da Silva e sua mulher tentam sobreviver e alimentar 11 crianças. Disputa de poder. Miséria. Ganância. O retrato desastroso de uma pátria combalida e conspurcada. Com irreverência e graça o elenco encena o espetáculo que provoca o riso e a indignação. Revolução, uma peça para rir, refletir e agir.

Direção: Coletiva –Teatral Grupo de Risco
Produção: Coletiva
Elenco: André Tristão, Ewerton Goulart, Fernanda Kunzler e Yago Garcia
Cenário: Márcia Gomes
Adereços: O grupo
Figurinos: O grupo
Arte visual/Fotos: Helton Perez –Vaca Azul
Texto original: Augusto Boal adaptado pelo Teatral Grupo de Risco



18:00 Cia Os Palhaços de Rua: Vikings e o Reino Saqueado – Londrina/PR

Os palhaços Batata Doce e Turino estão agora imersos na cultura Nórdica, se apresentam como atrapalhados guerreiros Vikings voltando a seu reino após terem realizado grandes viagens e desastrosas batalhas pelo mundo. Ao chegarem a seu reino se deparam com sua rainha destituída e o trono tomado por Duques. O desafio dos Palhaços-Vikings é retirar os Duques do poder e devolve-lo para o povo. Para isso, vão se utilizar de suas ferramentas circenses construindo um espetáculo de circo e teatro de rua junto ao público.

Palhaços-Vikings: Adriano Gouvella e Lucas Turino
Direção: Cia. Os Palhaços de Rua
Dramaturgia: Cia. Os Palhaços de Rua
Figurino e adereços: Alex Lima
Maquiagem: Cia. Os Palhaços de Rua
Cenário: Alex Lima, Caio Blanco e Cia. Os Palhaços de Rua
Sonoplastia: Cia. Os Palhaços de Rua
Arte Gráfica: Dovinho Feitosa
Pintura do caixote e estandarte: Dani Stegman
Costureiras: Inêz Zeidel e Sueli Pezenti
Produção: Adriano Gouvella


OFICINAS
Dia 21/05 Terça-feira
14:00 – 16:00 Oficina de Circo do Rosa dos Ventos – Presidente Prudente/SP
Perna de Pau, malabarismo e acrobacias, bambolê, uma grande brincadeira circense proposta pelos integrantes do grupo Rosa dos Ventos para a diversão dos participantes. O objetivo é promover momentos agradáveis onde as dificílimas habilidades circenses possam ser experimentadas de forma lúdica e descontraída. Equilíbrio, coordenação motora, reflexo, experimentados como uma brincadeira, uma festa! Esta proposta é fruto do trabalho e reflexões do Grupo Rosa dos Ventos sobre experiências com a linguagem circense vivenciadas durante os 20 anos de atividades do grupo.
Dia 22/05 Quarta-feira
14:00 – 16:00 Oficina de Circo do Rosa dos Ventos – Presidente Prudente/SP

Dia 23/05 Quinta-feira
14:00 – 17:00 Oficina de Iniciação Circense da Cia Os Palhaços de Rua – Londrina/PR
A oficina “O Circo na comunidade: apresentação de exercícios técnicos e artísticos para primeiro contato com a linguagem circense” visa apresentar a tradicional arte do circo através de exercícios técnicos e jogos, individuais e coletivos. Concebida para todas as idades, a oficina apresentará alguns fundamentos de números circenses, tais como: acrobacias de solo, malabarismos e esquetes de palhaço; sendo exibidos os princípios de elementos técnicos que compõem o fazer circense. A oficina visa o encontro entre público e artistas na dinâmica de uma experiência que envolve educação e arte.
Dia 24/05 Sexta-feira
14:00 – 17:00 Oficina de Iniciação Circense da Cia Os Palhaços de Rua – Londrina/PR

Dia 25/05 Sábado
14:00 – 16:00 Oficina do Coletivo CLanDesTino – Dourados/MS Vivências CLanDesTinas – Corajos(e)s Uni-vos!!
O Coletivo CLanDesTino ao longo dos anos caracterizou-se por desenvolver oficinas teatrais em que pode compartilhar experiências de seus processos criativos. Na oficina propomos uma vivência na metodologia de trabalho do grupo e das propostas que são trabalhadas ao longo do processo de A coragem que conserva os dentes, exploramos elementos da Estética do Oprimido e da relação entre imagem, som e palavra, técnicas de teatro de rua e teatro dialético sob a temática das relações de violência, exploração, ódio e divisão social explicitadas na atual conjuntura das sociedades contemporâneas.
Público alvo: pessoas interessadas em teatro.


SEMINÁRIO
Dia 25/05 Sábado
Sede do Teatro Imaginário Maracangalha: Rua Nicolau Fragelli nº86

20:00 Seminário: A.tu.ação de Rua: Poéticas e Política Callejeras.
O Sujeito político na ação política, como se dá a ação e a atuação nos processos de criação e trabalho atorial para cenas de teatro nas ruas e performance com ativismo político na vida da cidade? A partir da vivência e observação tanto no campo artístico, como no campo da pedagogia, através de pesquisas acadêmicas, programas sociais, e oficinas dialogaremos sobre os caminhos possíveis por uma arte que não seja mercadoria.

Mediação: Prof. Dr. Leandro Mendonça Barbosa Graduado em História pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Mestre em História pela Universidade Federal de Goiás. Doutor em História Antiga pela Universidade de Lisboa. Líder do Grupo de Pesquisa Cultura e Poder na Antiguidade e Medievo e integrante do Laboratório de Estudos sobre o Império Romano, da Universidade de São Paulo. Autor do livro De Selvagem a Efeminado: as representações de Dioniso no imaginário ático, e de diversos artigos sobre dionisismo, cortejos, festas na Antiguidade e Mitologia.

COM A PALAVRA:
Prof.ª Dr.ª Dora Andrade –  Bailarina e pesquisadora, doutora em Artes da Cena pela Unicamp. Atualmente é professora do Curso de Licenciatura em Artes Cênicas da UEMS, e integrante do Núcleo Fuga!, grupo de experimentação transdisciplinar que explora contaminações poéticas entre as linguagens do teatro, da dança e da performance, sob a coordenação de Renato Ferracini, do LUME Teatro/ Unicamp.

Atriz/ Educadora popular Fernanda Kunzler – atriz, educadora popular, Pós graduada em “Democracia Participativa, República e Movimentos Sociais”, pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e, em “Estado, Gestão e Políticas Públicas”, Fundação Perseu Abramo/Santo André/SP/2015-2016. Mestranda em Comunicação – Mídia e Representação Social na linha Linguagens, Processos e Produtos Midiáticos. Desde 2002, atua na área teatral como produtora e atriz no Teatral Grupo de Risco (MS), colaborando com diversos projetos históricos culturais de pesquisa e desenvolvimento da identidade sul-mato-grossense.

Prof. Ms. Igor Schiavo – Cofundador, ator e dramaturgo do Coletivo CLanDesTino (2003), sediado inicialmente em Curitiba e posteriormente em Dourados, Mato Grosso do Sul. É professor no Curso de Artes Cênicas, da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e doutorando em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia - UFBA, sob a orientação do Prof. Dr. Fabio Dal Gallo, com pesquisa na área de teatro de rua.

Prof. Dr. Rogério Lopes – Professor do Teatro Universitário da UFMG. Doutor em Artes Cênicas pela UNICAMP (2011), com estágio de doutoramento de doze meses no ISCTE-Lisboa/Portugal (2009) e graduado em Antropologia pela UFMG (2001). É ator e diretor teatral, tendo dirigido o grupo Peripécias Teatrais de Belo Horizonte por 12 anos, com destaque para a pesquisa realizada com máscaras populares, o teatro de rua e a coordenação de projetos de arte-educação para crianças e adolescentes de vilas e favelas. coordena o Teatro&Cidade – Núcleo de pesquisa cênica do TU desde 2013.

Prof. Dr. Tom Conceição – Intérprete-criador, Encenador e Professor. Doutor em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia - UFBA (2016), Mestre em Artes pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP (2011). Possui pesquisas centradas na trajetória e nas práticas do Teatro de Rua no Brasil, nas Manifestações da Cultura Popular Brasileira e nas Estéticas e Poéticas Negrorreferenciadas na Cena Contemporânea.



Dia 26/05 Domingo






FESTA!!!

20:00 Rendivu - Ziriguidum Telecoteco Balacobaco
Performances, música, e diversão!!!
Discotecagem: Maíra Espíndola

Local: Boteko [Rua Camapuã nº 71 Bairro Amambaí]











INVESTIMENTO
Prefeitura de Campo Grande
Programa de Fomento ao Teatro [FOMTEATRO/2018] da Secretaria de Cultura e Turismo de Campo Grande (SECTUR)


APOIO
Governo do Estado de Mato Grosso do Sul
Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul
Instituto Federal de Mato Grosso do Sul
Escola Municipal Professor Vanderlei Rosa de Oliveira