terça-feira, 15 de outubro de 2019
segunda-feira, 14 de outubro de 2019
SAROBÁ no D ROLÊ
Teatro Imaginário Maracangalha Celebra 9 anos de SAROBÁ – no Sábado 12 de outubro de 2019.
Inspirado na poesia e obra SAROBÁ, de 1936, do poeta corumbaense Lobivar Matos, o Teatro Imaginário Maracangalha realiza mais uma edição do Sarobá, evento de multiplas linguagens artísticas.
Nessa trajetória o Sarobá mantém o mesmo princípio de ocupar a cidade com arte, desvendar lugares esquecidos ou não conhecidos, fortalecer a vida cultural da cidade em resposta a pouca programação cultural nos espaços públicos abertos e promover a cultura da paz pela arte.
Ao longo de 9 anos o evento, sempre gratuito, resgata a história da cidade e seus moradores através da memória dos bairros onde o Sarobá acontece, memoria das suas praças e botecos, dos botequeiros, frequentadores e moradores dos locais.
Daí então com a participação da comunidade local e do Coletivo Imaginário Maracangalha a festa de rua, seu tema, música do Cortejo e tema do seminário é escolhido .
O Seminário Arena Aberta, dialoga sobre arte, cidade, estéticas e políticas públicas para as artes públicas com convidados bem especiais.
Hoje o SAROBÁ faz parte da vida cultural de Campo Grande aprofundando o conhecimento sobre a cidade seu povo e a arte produzida aqui, integrando a comunidade, apostando na auto gestão como forma de difusão das artes.
A edição de 9 anos leva o nome de SAROBÁ SARAVÁ NOSSA SENHORA e acontece na Orla do São Francisco ao lado do pontilhão da via ferroviária entre a avenida Ernesto Geisel e a rua Laguna.
terça-feira, 8 de outubro de 2019
SAROBÁ SARAVÁ NOSSA SENHORA
Teatro Imaginário Maracangalha Celebra 9 anos
de SAROBÁ – no Sábado 12 de outubro de 2019.
Inspirado na poesia e obra SAROBÁ, de 1936, do
poeta corumbaense Lobivar Matos, o Teatro Imaginário Maracangalha realiza mais
uma edição do Sarobá, evento de multiplas linguagens artísticas.
Nessa trajetória o Sarobá mantém o mesmo
princípio de ocupar a cidade com arte, desvendar lugares esquecidos ou não
conhecidos, fortalecer a vida cultural da cidade em resposta a pouca programação
cultural nos espaços públicos abertos e promover a cultura da paz pela arte.
Ao longo de 9 anos o evento, sempre gratuito,
resgata a história da cidade e seus moradores através da memória dos bairros onde
o Sarobá acontece, memoria das suas praças e botecos, dos botequeiros, frequentadores
e moradores dos locais.
Daí então com a participação da comunidade
local e do Coletivo Imaginário Maracangalha a festa de rua, seu tema, música do
Cortejo e tema do seminário é escolhido .
O Seminário Arena Aberta, dialoga sobre arte,
cidade, estéticas e políticas públicas para as artes públicas com convidados
bem especiais.
Hoje o SAROBÁ faz parte da vida cultural de
Campo Grande aprofundando o conhecimento sobre a cidade seu povo e a arte
produzida aqui, integrando a comunidade, apostando na auto gestão como forma de
difusão das artes.
A edição de 9 anos leva o nome de SAROBÁ SARAVÁ
NOSSA SENHORA e acontece na Orla do São Francisco ao lado do pontilhão da via
ferroviária entre a avenida Ernesto Geisel e a rua Laguna.
12. 10. 2019
Programação:
Começa 15 horas com Aulão de Ioga ao Ar Livre
com Fran Corona
Apresentação - Artista multi Maíra Espíndola
Música
Alíen Sputinik
Billie Negra
Sintrópicos
Camila Brasil
Cultura Popular - Capoeira Angola e Samba rural
com Camuanga de Angola – Mestre Pequeno
Artes Visuais – Lambe - Lambe com Leornado
Mareco
Poesia Falada - Slam Camélia
Performance
Thiago Silva
Merineusa
Barbela Mortis
DJs
Maíra Espíndola
Amarelo Manga
Jéssica Machado
Tamara Prant
Cinema – Transcine
Dança – DançaUrbana
Feira de vendas artes e artesanato e trocas –
Central de Economia Solidária
Distribuição de mudas de árvores nativas –
Florescer – Nereu Rios
Cultura da Infância – leitura e brincadeiras
Cortejo – Teatro Imaginário Maracangalha
11. 10. 2019
Seminário Arena Aberta – Poesia falada e Performance – fruição de rua
Convidados – Slan camélias e IpeFormático
Duas vivências de arte e cidade, encontros, caminhos
estéticos, direito a cidade, comportamento, arte contemporânea, arte e política
na fruição da arte da rua.
Local e horário – sede do Imaginário
Maracangalha rua Nicolau Fragelli 86 bairro Amambaí. 19:30 – 21:30
Marcadores:
Arte Pública,
Espaço Público,
guarani,
Lobivar Matos,
Rede Brasileira de Teatro de Rua,
Sarobá,
Seminário Arena Aberta
sexta-feira, 13 de setembro de 2019
TEKOHA no VIII Seminário Povos Indígenas e Sustentabilidade
O espetáculo de teatro de rua Tekoha - Ritual de vida e morte do Deus Pequeno será apresentado no VIII Seminário Povos Indígenas e Sustentabilidade: Produção de Conhecimento e Interculturalidade, que acontecerá na Universidade Católica Dom Bosco, às 19 horas no bloco - A.
O VIII Seminário conta com os seguintes apoiadores:
Centro Estadual de Formação de Professores Indígenas de Mato Grosso do Sul - CEFPI;
Programa de Pós-Graduação Mestrado em Desenvolvimento Local - UCDB;
Universidade Federal da Grande Dourados - FAIND;
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul;
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.
E realização do:
Programa de Pós-Graduação em Educação - Mestrado e Doutorado - PPGE/ UCDB;
Núcleo de Estudos e Pesquisas das populações Indígenas - NEPPI/ UCDB;
E da Rede de Saberes - UFMS/ UCDB/ UEMS/ UFGD
TEKOHA
Ritual de Vida e Morte do Deus Pequeno
O espetáculo narra a trajetória do líder guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo, Tekoha, tem um significado peculiar. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. Tekoha, assim, refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura guarani. É no Tekoha que os guaranis vivem seu modo de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação tão sagrado aos guaranis.
Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Fran Corona, Moreno Mourão, Paulo Augusto, Fernando Cruz e Ariela Barreto
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Foto: Danilo Vieira - FIT Rio Preto 2017
Designer gráfico: Maira Espíndola
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Fran Corona, Moreno Mourão, Paulo Augusto, Fernando Cruz e Ariela Barreto
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Foto: Danilo Vieira - FIT Rio Preto 2017
Designer gráfico: Maira Espíndola
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre
terça-feira, 20 de agosto de 2019
13 ANOS DE MARACANGALHA
Entonces gente, são 13 anos pelas ruas a Céu Aberto, e com Direito a Cidade, compartilhamos o que temos de melhor: Arte, Luta e Festa! Acompanhe a programação que começa dia 11 de Agosto e segue até dia 31 de agosto. Tem Cortejo de São Genésio, Teatro de Rua, Intervenção, Performance, Seminário, Rendevu (babadoforte) Festa!
Tudo em nome da Alegria!
Vivas São Genésio!
EvoÉ Baco, Nossa Senhora da Diversão, Curumins, Erês, Laroyeee!
RENDEVU 13 ENCRUZILHADAS DE MARACANGALHA – Celebração Diversão Festa Ferveção Junção Fuleraji Balbúrdia Conexões Catarse bejacubejacubejacu No BAR BOLA SETE – Bairro Amambaí – a partir das 15:00 Domingão véspera de aniver de CG. Ahhhhhh CINCO PILAS para Fortalecer a manutenção do nosso espaço e Circulação pela cidade afora . Apoie esse Rolê, não é transgênico.
13 encruzilhadas, caminhos que se encontram e desordenam causando transformações. E na crença da ajuda mútua celebramos o cuidado daqueles que nos são queridos, daqueles que nos são estranhos e da grande maioria que luta nesta sociedade capitalistafascista. E temos que olhar para fora, 360 graus. Para os que são diferentes de nós e nóix tudo misturado, farofado, com pimenta vermelha: Lutar e se Divertir! Diversão é Divino! Brindemos com a nossa Laia. Salve Nossa Senhora da Diversão!
13 encruzilhadas, caminhos que se encontram e desordenam causando transformações. E na crença da ajuda mútua celebramos o cuidado daqueles que nos são queridos, daqueles que nos são estranhos e da grande maioria que luta nesta sociedade capitalistafascista. E temos que olhar para fora, 360 graus. Para os que são diferentes de nós e nóix tudo misturado, farofado, com pimenta vermelha: Lutar e se Divertir! Diversão é Divino! Brindemos com a nossa Laia. Salve Nossa Senhora da Diversão!
EVOÉ Maracangalha!
EvoÉ Teatro de Rua!
Laroyeeeeee!
terça-feira, 23 de julho de 2019
quinta-feira, 27 de junho de 2019
Carta ao Excelentíssimo Sr. Presidente da República - RBTR
Brasil, 27 de junho de 2019.
Dia Nacional da Tomada do Brasil Pelas Artes Públicas
em memória a Luana Barbosa, assassinada pela polícia militar.
Carta ao Excelentíssimo Sr. Presidente da República,
A RBTR - Rede Brasileira de Teatro de Rua, agregadora de artistas,
ativistas e coletivos nesta esfera do teatro brasileiro, bem como
pesquisadoras(es) das artes cênicas, educadoras(es) populares e professoras(es)
de escolas e universidades públicas, além de profissionais dos mais diversos
campos da Cultura, nos 26 estados do Brasil e Distrito Federal, vem, por meio
desta, parabenizar o Excelentíssimo Presidente da República, Sr. Jair Messias
Bolsonaro, pela escolha do Sr. Roberto Alvim para a condução do Centro de Artes
Cênicas da FUNARTE. Ninguém, na ampla área cultural deste país, teria maior
capacidade de se integrar a um governo desta natureza, somando-se a um quadro
tão distinto de "profissionais" do atual governo federal, nomeados
por Vossa Excelência.
O Teatro é uma arte difícil, de elaboração complexa e plural,
poética. Teatro este, que não nasceu na Grécia, mas nas ruas e nos ritos
visceralmente populares, nos corpos de uma gente que sempre foi morta pelos "vencedores"
que contam a história oficial: a classe dominante. Sabemos da importância de
nossa poética e prática e das formas plurais e complexas, por meio das quais
ela se manifesta, em sua capacidade de dialogar com a população que ainda
caminha nas ruas insalubres desse Brasil, em especial nas periferias.
Nenhuma(um) artista desta Rede aceitaria fazer parte de um governo
fascista, misógino, homofóbico e militarizado, que em tão pouco tempo, levou às
alturas os índices de violência, feminicídio, fome e desemprego, sem apresentar
à sociedade brasileira como um todo (e não apenas ao seu próprio contingente
eleitoral) alguma proposta efetiva, que não esteja embuída de mais cortes nos
investimentos sociais e de privatizações ao gosto do Grande Capital,
especialmente do setor financeiro, de parcela considerável das igrejas
evangélicas e do agronegócio.
Um governo que se declara inimigo da Educação não poderia ter alguém
mais adequado do que o Sr. Alvim, fruto de uma geração teatral de grupo da
cidade de São Paulo, a mesma que, agora, ele próprio condena, tendo
convertido-se de maneira fanática à fé católica, em sua vertente mais
reacionária, o que paradoxalmente dista-se até mesmo do que prega o atual Sumo
Pontífice. Alvim perverte a história do Teatro com o discurso ideológico
alinhado à lógica ilógica do projeto Escola sem Partido. O Sr Alvim, baseado em
crenças individuais, visões milagrosas e passagens bíblicas mal interpretadas,
além de repetidos plágios, divide a arte em dois lados e os coloca em uma
"guerra", na qual, segundo ele, apenas o time "da esquerda"
é ideológico e mal elaborado. Ao outro lado, o "conservador", para o
qual ele conclama seguidores, cabe, a seu ver, a "verdadeira poesia"
e a neutralidade.
A Rede Brasileira de Teatro de Rua, por sua vez, é uma realidade
consolidada e conectada em todo o território nacional. Em suas ações, ela vem,
há muito tempo, realizando inúmeras publicações, festivais, espetáculos e
encontros municipais, estaduais e nacionais, agregando atualmente mais de 500
grupos teatrais e milhares de artistas em atividade. Somos a história viva de
uma cultura que EXISTE E RESISTE, com ou sem o apoio do poder público; que
lutou e conquistou leis, programas e editais públicos, com comissões democraticamente
eleitas pela sociedade civil, para uma equilibrada divisão das verbas e investimentos
públicos na Cultura, que considere sempre a diversidade e a liberdade na
produção multidiversificada desse país tão distinto.
Nota-se, portanto, que estamos na contramão das expectativas do Sr.
Alvim, o qual, logo em sua primeira ação, já busca impor à realidade apenas um
tipo de arte como merecedora de investimentos. Isto tem nome antigo, Sr
Presidente da República: "política de balcão". Ou, simplesmente:
CORRUPÇÃO. Não nos resta a menor sombra de dúvida de que sua escolha significa
um enorme retrocesso no setor das políticas públicas, tão arduamente
conquistadas em conferências, encontros e debates nacionais. Não compactuamos
com esse governo que é, SIM, ideológico e tem, SIM, um projeto de desmonte e de
doutrinação cultural planejado, agora, aparelhado em instituições que eram para
ser públicas e democráticas e que passam a se tornar máquina de propaganda aberta
e declarada do próprio governo.
Na História, os grandes equívocos não se repetem duas vezes da mesma
forma, Sr Presidente da República, a não ser da seguinte maneira: na primeira,
como tragédia; na segunda, farsa. E nada nos parece mais farsesco do que essa
ascensão patética do Sr. Alvim ao referido cargo na Fundação Nacional das
Artes, completando, assim, o seu quadro ilustre dos ditos “representantes de
Deus”, ainda cheios de dólares nas cuecas e clamando por justiça com armas nas
mãos.
Estamos na platéia, não sentados pacificamente, mas como bons
espectadores, com tomates à postos e merda nos sapatos, atentos ao desenrolar
dessa história triste, resultado de sucessivos golpes, que nos impedem de calar.
O tempo há de provar as injustiças e as máscaras já começaram a cair. E não são
poucas.
O Sr. Presidente da República tem, sabemos, o direito de escolher
seus colaboradores, mas saiba: o Sr Roberto Alvim jamais terá a legitimidade
selada pelos seus pares da categoria cultural. Essa divisão medíocre e simplória
que, em seu primeiro ato este colega elabora, com flagrante ignorância, tenda
reduzir a apenas dois lados um front cultural de enorme Pluralidade, Liberdade
de Expressão Artística e Diversidade Cultural que temos produzido nos últimos
anos, mesmo sem os investimentos necessários e políticas adequadas.
Considerando isto tudo, folgamos em saber que o colega Alvim sabe de
que lado está, pois nós também sabemos (e muito bem!) o nosso lugar no carro
alegre da História. E é somente porque o nosso teatro representa um perigo, ao
despertar corpos e mentes para as tamanhas contradições que tem ocorrido, que
este governo rapidamente se propõe a eliminá-lo. Proibindo a arte nos meios
públicos de trânsito de trabalhadores, como já fez no Rio de Janeiro, ou
elevando a cargos públicos da cultura, profissionais que agem em nome de único
deus, num Estado que deveria, pela constituição, ser laico. Mas, Sr. Presidente
da República, lembre-se que “a História será implacável com os que hoje se
julgam vencedores”. Traidores não passarão.
Desde que este país foi invadido e que a matança de nossos povos
originários teve início, nós resistimos. Os couros de nossos tambores se
esticam no que resta de sol e seguimos fazendo barulho. Nosso teatro não é produzido
em gabinetes ou palanques, mas nas ruas, nas vielas e favelas, florestas e
assentamentos, quilombos e aldeias que, independente do governo em questão,
permanecem vivas, por sua luta e história. Quanto mais nos encurralam, mais nós
ficamos perto, juntos, em festa, estandartes de pé e olhos vivos, acendendo
fogueiras e ensaiando novas peças, com ou sem o apoio de Vossa Senhoria.
Quando matam Marielle, multiplicam seu grito por todo planeta. Quando
assassinam a Lua, nascem estrelas em cada pedaço de ceú. Não se enganem,
apontando suas armas aos nossos coletivos e trabalhos. A força ancestral de
todos os deuses e deusas desse teatro que pulsa, jamais se dobrará aos seus
decretos. Esperamos, juntas(os), editais, comissões, prêmios e programas que
sejam de fato PÚBLICOS e abrangendo tudo que nossa cultura já conquistou com
muita luta.
“Se
não nos deixam sonhar, não deixaremos vocês dormirem em paz”.
segunda-feira, 10 de junho de 2019
JUNHO TRAGICÔMICO
TEMPORADA DE JUNHO COM A TRAGICOMÉDIA DE DOM CRISTÓVÃO E SÍNHA ROSINHA
Dia 16 de junho (domingo), às 16 horas na Praça do Peixe, localizada na Av. Bom Pastor com a Av. Cel. Pôrto Carrero, 100 - Vila Vilas Boas, Campo Grande - MS, 79051-140
Dia 20 de junho (quinta-feira), às 19 horas na Feira da Orla Morena, localizada na Av. Noroeste - Vila Planalto, Campo Grande - MS, 79008-520
Dia 27 de junho (quinta-feira), às 11 horas e 30 minutos na Praça Ary Coelho, localizada na Rua 14 de Julho com a Av. Afonso Pena - Centro, Campo Grande - MS, 79002-071
TRAGICOMÉDIA DE DOM CRISTÓVÃO E SINHÁ ROSINHA
Sinhá Rosinha quer casar, mas, como enfrentará o autoritário pai, o prepotente dom Cristóvão, o ex-namorado e seu apaixonado pretendente? Como escapará de um casamento forjado pelo dinheiro e viverá o seu amor desimpedido? Como diz sinhá Rosinha: “que se dane seu dinheirinho eu quero é o amor!”. Uma farsa que exalta os valores como a independência, a arte e o amor.
Ficha técnica
Adaptação do texto de Federico Garcia Lorca
Adaptação do texto de Federico Garcia Lorca
Direção: Fernando Cruz
Direção musical: Jonas Feliz
Atuadores: Pepa Quadrini, Ariela Barreto, Fernando Cruz, Fran Corona, Moreno Mourão e Paulo Augusto
Designer gráfico: Maíra Espíndola
Registro audiovisual: Cátia santos
Fotografia: Diogo Gonçalves/Ateliê Passarinho
Produção e contra regra : Ana Capilé
Realização : Teatro Imaginário Maracangalha
Comparsas: Rede Brasileira de Teatro de Rua (RBTR), Najom, Ateliê Passarinho, Associação Miguel Couto, Degrau Estúdio, BRASA Comunicação, Teatral Grupo de Risco, Circo do Mato e Flor & Espinho Teatro
Investimento – FCMS –Prêmio Rubens Correa de Teatro 2014
FERRO EM BRASA na E. E. Élia França Cardoso
FERRO EM BRASA
Dia 19 de junho às 10 horas na Escola Estadual Élia França Cardoso, localizada na rua Srg. Jonas Sérgio de Oliveira, 297 - Jardim São Conrado, Campo Grande - MS.
FERRO EM BRASA
A intervenção de rua em teatro épico aborda o impacto da invasão das terras indígenas de 1500 até hoje no Brasil e na América com a chegada das primeiras naus e os primeiros contatos com os povos originários. É construída a partir das cartas de Bartolomé de Las Casas (1507), Pero Vaz de Caminha (1500), poemas de Oswald de Andrade e notícias recorrentes em jornais atuais.
Ficha técnica:
Direção e dramaturgia: Fernando Cruz
Texto: cartas de Bartolomé de Las Casas e Pero Vaz de Caminha, poemas de Oswald de Andrade e notícias jornais.
Texto: cartas de Bartolomé de Las Casas e Pero Vaz de Caminha, poemas de Oswald de Andrade e notícias jornais.
Encenação: Fernando Cruz e o grupo
Elenco: Fran Corona, Fernando Cruz, Ariela Barreto, Moreno Mourão, Paulo Augusto e Pepa Quadrini
Figurino: o grupo
Designer gráfico: Maíra Espíndola
terça-feira, 14 de maio de 2019
OFICINAS DA VIII TEMPORADA DO CHAPÉU
Arte: Maíra Coraci
INSCRIÇÕES ATÉ DIA 20 DE MAIO DE 2019
FICHA DE INSCRIÇÃO
FICHA DE INSCRIÇÃO
OFICINA:
NOME:
RG:
CPF:
ENVIAR PARA O EMAIL:
8temporadadochapeu@gmail.com
Dia 21/05 Terça-feira
14:00 – 16:00 Oficina de Circo do Rosa dos Ventos – Presidente Prudente/SP
Dia 22/05 Quarta-feira
14:00 – 16:00 Oficina de Circo do Rosa dos Ventos – Presidente Prudente/SP
Dia 23/05 Quinta-feira
14:00 – 17:00 Oficina de Iniciação Circense da Cia Os Palhaços de Rua – Londrina/PR
A oficina “O Circo na comunidade: apresentação de exercícios técnicos e artísticos para primeiro contato com a linguagem circense” visa apresentar a tradicional arte do circo através de exercícios técnicos e jogos, individuais e coletivos. Concebida para todas as idades, a oficina apresentará alguns fundamentos de números circenses, tais como: acrobacias de solo, malabarismos e esquetes de palhaço; sendo exibidos os princípios de elementos técnicos que compõem o fazer circense. A oficina visa o encontro entre público e artistas na dinâmica de uma experiência que envolve educação e arte.
Dia 24/05 Sexta-feira
14:00 – 17:00 Oficina de Iniciação Circense da Cia Os Palhaços de Rua – Londrina/PR
Dia 25/05 Sábado
14:00 – 16:00 Oficina do Coletivo CLanDesTino – Dourados/MS Vivências CLanDesTinas – Corajos(e)s Uni-vos!!
O Coletivo CLanDesTino ao longo dos anos caracterizou-se por desenvolver oficinas teatrais em que pode compartilhar experiências de seus processos criativos. Na oficina propomos uma vivência na metodologia de trabalho do grupo e das propostas que são trabalhadas ao longo do processo de A coragem que conserva os dentes, exploramos elementos da Estética do Oprimido e da relação entre imagem, som e palavra, técnicas de teatro de rua e teatro dialético sob a temática das relações de violência, exploração, ódio e divisão social explicitadas na atual conjuntura das sociedades contemporâneas.
Público alvo: pessoas interessadas em teatro.
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