sexta-feira, 3 de junho de 2016
segunda-feira, 16 de maio de 2016
De 16 a 19 de junho acontece o Encontro nacional de rede Brasileira de Teatro de Rua em Campo grande - MS. Dá uma olhada como foi no Ceará...
A Rede Brasileira de Teatro de Rua realizou seu XVII encontro presencial no Ceará de 14 a 18 de novembro de 2015. O encontro foi organizado pelo Grupo Teatro de Caretas, com o apoio da FUNARTE, Casa Civil do Estado do Ceará e dos articuladores da RBTR de todo o Brasil.
Criada em março de 2007, em Salvador – BA, a Rede Brasileira de Teatro de Rua – RBTR é um espaço de articulação física e virtual de organização horizontal, sem hierarquia, democrático e inclusivo. Tem na rede virtual sua maior fonte de articulação, mas conta também com os encontros presenciais, a cada 6 (seis) meses, onde são retiradas as suas deliberações e metas de ação. Estes encontros já foram realizados em diversos Estados, dentre eles São Paulo, Mato Grosso do Sul, Acre, Brasília, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Sul, Bahia e agora nos organizamos para que aconteça no Ceará.
Tendo como missão primeira a luta por políticas públicas para cultura com investimento do Estado nas instâncias: municipais, estaduais e federal; busca a acessibilidade aos bens e produtos culturais, mais especificamente de teatro de rua, para os brasileiros, nivelando de forma equacionado todas as regiões do país.
O grupo articulador da rede responsável pela realização foi o Grupo Teatro de Caretas de Fortaleza - Ceará.
Hoje contando com articuladores nas 27 unidades federativas, a rede elenca mais 700 artistas que individualmente, ou em seus grupos, acionam os objetivos da Rede tendo como indicativos a difusão, formação e informação, registro, circulação e manutenção de artistas e núcleos de teatro de rua, e principalmente a democratização e desburocratização da utilização dos espaços públicos.
sexta-feira, 6 de maio de 2016
quinta-feira, 7 de abril de 2016
TEKOHA EM PORTO ALEGRE/RS
Ministério da Cultura e BR PETROBRAS apresentam:
TEKOHA-RITUAL de VIDA e MORTE do DEUS PEQUENO
O espetáculo narra a trajetória do líder guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo, Tekoha, tem um significado peculiar. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. Tekoha, assim, refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura guarani. É no Tekoha que os guaranis vivem seu modo de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação tão sagrado aos guaranis.
Ficha técnica:
Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Fran Corona, Moreno Mourão, Renderson Valentin, Fernando Cruz e Estefânia Martins
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Vídeo e foto: Diogo Gonçalves- Ateliê Passarinho
Designe gráfico: Maira Espíndola
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre
Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Fran Corona, Moreno Mourão, Renderson Valentin, Fernando Cruz e Estefânia Martins
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Vídeo e foto: Diogo Gonçalves- Ateliê Passarinho
Designe gráfico: Maira Espíndola
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre
segunda-feira, 4 de abril de 2016
TEKOHA EM SÃO BORJA/RS
TEKOHA-RITUAL de VIDA e MORTE do DEUS PEQUENO
O espetáculo narra a trajetória do líder guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo, Tekoha, tem um significado peculiar. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. Tekoha, assim, refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura guarani. É no Tekoha que os guaranis vivem seu modo de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação tão sagrado aos guaranis.
Ficha técnica:
Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Fran Corona, Moreno Mourão, Renderson Valentin, Fernando Cruz e Estefânia Martins
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Vídeo e foto: Diogo Gonçalves- Ateliê Passarinho
Designe gráfico: Maira Espíndola
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre
Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Fran Corona, Moreno Mourão, Renderson Valentin, Fernando Cruz e Estefânia Martins
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Vídeo e foto: Diogo Gonçalves- Ateliê Passarinho
Designe gráfico: Maira Espíndola
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre
TEKOHA EM SÃO MIGUEL DAS MISSÕES/RS
Ministério da Cultura e BR PETROBRAS apresentam:
TEKOHA-RITUAL de VIDA e MORTE do DEUS PEQUENO
O espetáculo narra a
trajetória do líder guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta
pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo,
Tekoha, tem um significado peculiar. “Teko” significa modo de estar, sistema,
lei, hábito, costume. Tekoha, assim, refere-se à terra tradicional, ao espaço
de pertencimento da cultura guarani. É no Tekoha que os guaranis vivem seu modo
de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação tão sagrado
aos guaranis.
Ficha técnica:
Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Fran Corona, Moreno Mourão, Renderson Valentin, Fernando Cruz e Estefânia Martins
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Vídeo e foto: Diogo Gonçalves- Ateliê Passarinho
Designe gráfico: Maira Espíndola
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre
Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Fran Corona, Moreno Mourão, Renderson Valentin, Fernando Cruz e Estefânia Martins
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Vídeo e foto: Diogo Gonçalves- Ateliê Passarinho
Designe gráfico: Maira Espíndola
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre
quinta-feira, 31 de março de 2016
1º de Abril - LUTO E LUTA 1964-2016 DITADURA NUNCA MAIS
"Depois de um 31 de março / vem sempre um 1° de abril”.
E assim seguimos lutando com arte nas ruas para que esse dia não se repita em nossas vidas. Vivemos sob a sombra de mais um golpe dentre tantos golpes diários aos nossos sonhos, desejos e necessidades. Resistir Lutar Transformar Ousar. No luto lutamos.
E no país do sol, o Teatro Imaginário Maracangalha segue pesquisando "O homem da cabeça de papelão" de João do Rio.
Estaremos na rua mais uma vez lembrando que em 1 de abril de 1964 entramos numa ditadura cruel, aliançada pela mídia, exército, partidos políticos, igreja e tantos outros e outras ligações perigosas e hipócritas da sociedade brasileira.
1 de abril de 2016 vivemos mais uma vez essa ameaça. Ditadura nunca mais!
1 de Abril de 2016 ,11 horas, na praça Ary Coelho concentração para INTERVENÇÃO de RUA: CABEÇA de PAPELÃO - DITADURA NUNCA MAIS, A MARCHA do RABO PRESO.
Compareça, leve uma caixa de papelão que caiba em sua cabeça, duas cartolinas, uma gravata e um figurino burocrático (terno, terninho, paletó, colete, camisa social, etc). Vem prá rua!
PS.: "Depois de um 31 de março / vem sempre um 1° de abril”. (Poeta Antônio Carlos Lima/Cuiabá-MT)
sábado, 19 de março de 2016
sexta-feira, 18 de março de 2016
Programação Comemorações do Teatro e Circo
Organização: Cia. Theastai de Artes Cênicas.
Realização: Circo Le Chapeau, Teatro imaginário Maracanganha, Tri-Ato Núcleo Cênico e Palhaço Challito
Apoio: Prefeitura de Dourados, Fundação de Cultura de MS, SECTEI, GOverno do Estado de Mato Grosso do Sul, Casa dos Ventos, Vaca Azul
Dia 25
• Praça Antônio João
17h 100 Virtuose (Palhaço Challito) Nova Alvorada do Sul
18h Cantigas dum Fazedô (Tri-Ato Núcleo Cênico) Dourados
19h Tekoha - Ritual de Vida e Morte do Deus Pequeno (Teatro Imaginário Maracangalha) Campo Grande
Dia 26
• Praça Antônio João
• Parque Córrego Rego d’Água
• Parque Antenor Martins
17h Tradicional Pocket Show (Circo Le Chapeau) Campo Grande.
18h Dandys Acrobático (Cia. Theastai) Dourados
19h Conto da Cantuária (Teatro Imaginário Maracangalha ) Campo Grande
Dia 27
• Parque Antenor Martins
Cortejo de Encerramento com Teatro Imaginário Maracangalha.
16 h Palhaço Challito de Nova Alvorada do Sul
16:30 h Cantigas dum Fazedô (Tri-Ato Núcleo Cênico) Dourados
17h Pocket Show (Circo Le Chapeau) de Campo Grande
17:30 h Dandys Acrobático (Cia. Theastai) Dourados
quarta-feira, 9 de março de 2016
Debate ARTE PÚBLICA NA CIDADE
Teatro de Rua no Brasil - Trecho-da-palestra-do-amir-haddad-sobre.html
De 2009 até 2015 vários encontros, seminários, feiras de arte, teatro de rua, circo, artistas de ruas, viajeiros e em tantos outros momentos, o tema ARTE PÚBLICA vem sendo debatido. Estamos construindo um conceito, uma forma de atuação e organização. De 08 a 14 de março esse debate ocorre nas várias regiões do Brasil para subsidiar o grande debate que acontecerá em Campo Grande/MS durante XVIII Encontro da Rede Brasileira de Teatro de Rua em junho de 2016, onde artistas de rua, teatreiros de rua, trabalhadores da cultura das ruas do Brasil, celebraremos a resistência e a práxis para não perdermos nossa ancestralidade. Para que a ARTE seja PÚBLICA, e que a POLÍTICA PÚBLICA seja compreendida como obra de todos, do povo, não de redutos intelectuais de artistas iluminados, de políticos de carreira e de plantão, que seja vivida coletivamente. EVOÉ!
PROGRAMAÇÃO
14:30 - Debate : Arte Pública na Cidade
Provocadores : professores Mara Falconi da Hora Paulo Edyr Bueno Camargo e Paulo Duarte Paes
Local Casa Vai ou Racha
Provocadores : professores Mara Falconi da Hora Paulo Edyr Bueno Camargo e Paulo Duarte Paes
Local Casa Vai ou Racha
Ocupação de Rua na Orla Ferroviária do São Francisco
17:30 Teatro de bonecos: "Concurso de talentos para Bonecos" com o Grupo Guavira, criação e interpretação Flavia Silveira e Jorge de Barros.
18:00 Intervenção de rua : Pedreira - TSM - Thiago Moraes
18:30 Intervenção de rua : Burocracia - Circo do Mato
19:00 Teatro de rua: Conto da Cantuária - Teatro Imaginário Maracangalha
20:00 Circo Le Chapeau
E o que mais rolar... rua livre... sem burocracia... todas as artes são bem vindas, música, dança, poesia, arte urbana, artes visuais, artesanato, gastronomia, moda...só chegar e escolher seu lugar.
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