segunda-feira, 25 de março de 2019

SELECIONADOS PARA 8ª TEMPORADA DO CHAPÉU

O Teatro Imaginário Maracangalha agradece as inscrições recebidas para compor a programação da 8ª Temporada do Chapéu e com grande felicidade divulga a lista os espetáculos de teatro de rua que participarão desta oitava edição.

Espetáculos Nacionais Selecionados:
FUZURUFAFA BAFAFAZURU
GRUPO ROSA DOS VENTOS - Presidente Prudente/SP

A trupe de palhaços resolve apelar para a alta tecnologia e leva para dentro do espetáculo artistas famosos evocados pelo publico. Fuzurufafa Bafafazuru é uma trama para o sucesso, cheio de surpresas, musicas e presepadas que são a marca do Rosa dos Ventos.
Uma espécie de "futuro do circo", que mistura drone monocóptero caseiro acoplado de projetor holográfico a mais grande excentricidade musical e coisas do sítio. Um espetáculo explosivo, capaz de despertar grandes emoções no público.

Elenco: Fernando Ávila (Dez pras Sete)
Luiz Paulo Valente (Seu Lavanco)
Tiago Munhoz (Custipíl de Pinoti)
Texto: Grupo Rosa dos Ventos
Direção: Grupo Rosa dos Ventos
Criação Musical: Grupo Rosa dos Ventos


UM CANTO PARA CAROLINA
CIA DOS INVENTIVOS – São Paulo/SP 


Os irmãos João, José e Vera recebem de presente o primeiro exemplar da publicação do livro-diário “Quarto de despejo”, escrito por sua mãe, Carolina Maria de Jesus. Mergulhando no cotidiano registrado por ela, os filhos revivem suas histórias de luta por uma vida melhor. “O maior espetáculo do pobre da atualidade é comer.” Carolina Maria de Jesus.

Artistas criadores: Adilson Fernades, Aysha Nascimento, Marcos Di Ferreira e Tainã Azevedo 
Concepção e direção geral: Flávio Rodrigues
Dramaturgia em processo colaborativo com a Cia. dos Inventivos: Tadeu Renato




VIKINGS E O REINO SAQUEADO
CIA. OS PALHAÇOS DE RUA - Londrina/PR

Os palhaços Batata Doce e Turino estão agora imersos na cultura Nórdica, se apresentam como atrapalhados guerreiros Vikings voltando a seu reino após terem realizado grandes viagens e desastrosas batalhas pelo mundo. Ao chegarem a seu reino se deparam com sua rainha destituída e o trono tomado por Duques. O desafio dos Palhaços-Vikings é retirar os Duques do poder e devolve-lo para o povo. Para isso, vão se utilizar de suas ferramentas circenses construindo um espetáculo de circo e teatro de rua junto ao público.

Palhaços-Vikings: Adriano Gouvella e Lucas Turino
Direção: Cia. Os Palhaços de Rua
Dramaturgia: Cia. Os Palhaços de Rua
Figurino e adereços: Alex Lima
Maquiagem: Cia. Os Palhaços de Rua
Cenário: Alex Lima, Caio Blanco e Cia. Os Palhaços de Rua
Sonoplastia: Cia. Os Palhaços de Rua
Arte Gráfica: Dovinho Feitosa
Fotos: Valeria Félix
Filmagem: Luis Mioto
Pintura do caixote e estandarte: Dani Stegman
Costureiras: Inêz Zeidel e Sueli Pezenti
Produção: Adriano Gouvella

SEIS PERSONAGENS À PROCURA DE UM LUGAR
TEATRO&CIDADE - NÚCLEO DE PESQUISA CÊNICA - Belo Horizonte/MG

Ao anoitecer, em meio ao fluxo de pessoas e automóveis, seis estranhas figuras estão à procura de um lugar. À deriva, com seus poucos e precários pertences, se ocupam de tarefas inventadas para tentar manter-se ancorados numa realidade da qual parecem deslocados.

Direção: Rogério Lopes
Criação e dramaturgia: Coletiva
Atores Criadores: Diego Meneses, José Antônio de Almeida, Nayra Carneiro, Pedro Vilaça, Rikelle Ribeiro e Rogério Lopes
Figurino e adereços: Tereza Bruzzi e grupo
Fotografia e filmagem: Naum Produções
Workshop de caracterização: Mauro Gelmini
Workshop de Performance: Flávio Rabelo
Workshop de teoria teatral: Elisa Belém
Workshop de dança: Margô Assis
Workshop de capoeira: Gercino Alves
Workshop de Jogos teatrais: Fernando Linares

SHOW DO PIMPÃO
BRAVA COMPANHIA -São Paulo/SP

Uma intervenção cênica (ou cínica) da Brava Companhia.
Numa localidade qualquer da periferia do capitalismo três miseráveis artistas se juntam para tentar arrecadar algum numerário que lhes garanta a refeição do dia.
Em tempos de crise, fazer graça com a própria desgraça foi a única alternativa que lhes restou como forma de sobrevivência. E se o show não lhes rende o suficiente para comer, ao menos o barulho das risadas do público ajuda a abafar o ronco dos seus estômagos vazios, e a tentar esquecer a própria desnutrição.
Seria trágico... Se não fosse cômico

Criação: Brava Companhia
Direção e Dramaturgia: Ademir de Almeida
Direção Musical: Joel Carozzi
Atores: Fábio Resende, Max Raimundo, Márcio Rodrigues
Figurinos: Cris Lima, Márcio Rodrigues, Rafaela Carneiro
Cenário: Joel Carozzi, Márcio Rodrigues, Sérgio Carozzi
Design Gráfico: Ademir de Almeida
Fotos: Fábio Hirata, Fernando Solidade
Produção: Kátia Alves

Espetáculos Regionais Selecionados:

AMBULANTE
CIA ARTE NEGUS - Campo Grande/MS

Duas pessoas e a desafiadora rotina no universo do “ganha e perde”. Um local onde apenas o mais esperto sobrevive, e para isso é preciso sonhar, ser criativo, se portar como um sujeito matreiro, como um cowboy, um monge e encantar cobras e dragões. “Figura” e “Ououou” são vendedores ambulantes, perderam muito na vida e não querem perder a possibilidade de sonhar. Um é ex-paraquedista militar, o outro um herdeiro de uma longa e distinta linhagem de mascateiros. São opostos que se complementam, e vendem as histórias dos produtos de sua barraca ambulante, pedindo apenas alguns poucos minutos das vidas dos fregueses para que possam sobreviverem em suas próprias.

Direção: Abel Saavedra
Texto: Augusto Figliaggi e Elaine Guarani
Elenco: Augusto Figliaggi e Elaine Guarani
Figurino: Raquel Saldívia e Magê Blanques
Cenário e adereços: Abel Saavedra, Raquel Saldívia,
Elaine Guarani e Augusto Figliaggi
Cenotécnica e sonoplas􀆟a:Rafael Barros e Umberto Lima
Preparação Musical: Estela Ceregat􀆟
Trilha de abertura: "Venham Ver" - Augusto Figliaggi e
Elaine Guarani
Fotógrafo: Rosan Chaves
Música: «Segundo Quarto» - Estela Ceregat

A CORAGEM QUE CONSERVA OS DENTES
COLETIVO CLANDESTINO - Dourados/MS

Os lugares são comuns, as situações cotidianas, os personagens se encontram em qualquer esquina. Todos iguais em suas contradições. De que lado você vai ficar? O Coletivo CLanDesTino propõe o enfrentamento público/personagem/ator de forma tragicômica. Na peça os personagens são representações sociais, alegorias do poder estabelecido em nossa sociedade, uma narrativa de desconstrução social. Parte-se de um mundo ideal, o conflito se estabelece através de metáforas que ressignificam a naturalidade das divisões sociais impostas no mundo contemporâneo.

Direção, figurino e maquiagem: Karla Neves
Dramaturgia: Igor Schiavo
Atuação: Eric Serafim, Igor Schiavo, Ludmila Lopes, Raíque Moura, Romário Hilário


REVOLUÇÃO
TEATRAL GRUPO DE RISCO - Campo Grande/MS

A REVOLUÇÃO é um espetáculo de rua com adaptação do texto “A Revolução na América do Sul” (de Augusto Boal). Desenrola a história de um operário que busca melhoria de salário e ao conseguir é despedido de seu emprego. Zequinha Tapioca, também operário, tenta organizar uma revolução e se torna um dos candidatos a presidência da república. No país, é ano eleitoral. Conchavos políticos e midiáticos são travados enquanto José da Silva e sua mulher tentam sobreviver e alimentar 11 crianças. Disputa de poder. Miséria. Ganância. O retrato desastroso de uma pátria combalida e conspurcada. Com irreverência e graça o elenco encena o espetáculo que provoca o riso e a indignação. Revolução, uma peça para rir, refletir e agir.

Direção: Coletiva –Teatral Grupo de Risco
Produção: Coletiva
Elenco: André Tristão, Ewerton Goulart, Fernanda Kunzler e Yago Garcia
Cenário: Márcia Gomes
Adereços: O grupo
Figurinos: O grupo
Arte visual/Fotos: Helton Perez –Vaca Azul
Texto original: Augusto Boal adaptado pelo Teatral Grupo de Risco


Este projeto conta como investimento do Programa Municipal de Fomento ao Teatro da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo da Prefeitura Municipal de Campo Grande.

sábado, 23 de março de 2019

Intervenção $acRifício

Intervenção "$acRifício"  

No Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência, 22 de março de 2019, vale um registro especial. A apresentação do Teatro Imaginário Maracangalha mesclou dramaturgia das ruas, arte circense e referências cinematográficas para criar uma alegoria da história recente do país.
Em pernas de pau e simulando a manipulação de marionetes, atores representaram a influência do Imperialismo estadunidense sobre a política brasileira, mostrando um presidente que se curva aos interesses do capital internacional em detrimento da soberania do país.
Os bonecos agem e dançam sobre capacetes de operários, numa metáfora sobre a exploração da classe trabalhadora e de como o sistema faz com que os trabalhadores paguem pela crise que ele próprio criou.
A "mala $" e a farda caricata do general denunciam o conluio dos poderes para o golpe na democracia, "com Supremo, com tudo", culminando com a cabeça do ex-presidente Lula usada como "troféu" pelos golpistas – hoje no poder – numa alusão ao famoso filme "O Grande Ditador", de Charles Chaplin.
Por fim, os trabalhadores tomam a narrativa e impõem sua palavra: greve geral derruba general e capitão. Todo poder ao povo.
Viva, Fernando Cruz e Teatro Imaginário Maracangalha!

Foto: Reginaldo de Oliveira

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

CHAMAMENTO PÚBLICO VIII TEMPORADA DO CHAPÉU


CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 001/2019

Município e período de realização
Campo Grande, Mato Grosso do Sul / Brasil, de 23 a 26 de maio de 2019.

Apresentação

A VIII edição da “Temporada do Chapéu” consiste em uma mostra nacional de teatro de rua, realizada nos dias 23 a 26 de maio de 2018, com apresentações de espetáculos, seminário e oficina em espaços públicos abertos. A abertura será feita com um cortejo com a participação de uma orquestra de rua, artistas, movimentos e coletivos culturais com distribuição da programação impressa ao longo do cortejo. O projeto prevê a realização de 05 (cinco) espetáculos nacionais de teatro de rua e 03 (três) espetáculos regionais de teatro de rua, além de 01 (uma) oficina com um grupo convidado e 01 (um) seminário com profissionais qualificados e reconhecidos. E como contrapartida 02 (duas) apresentações em uma escola públicas do município de Campo Grande.

Das condições para participação:

Poderão se inscrever artistas e grupos do Estado de Mato Grosso do Sul e do Brasil. Os espetáculos a serem apresentados deverão obrigatoriamente desenvolver o teatro de rua e apresentarem propostas compatíveis com a estrutura da Mostra.

Locais de realização da Mostra (os espetáculos serão distribuídos nos locais a critério da Mostra):

- Teatro de Arena da Orla Morena

- Praça Ary Coelho

- Locais públicos de bairros periféricos (praças, parques, pátios, escolas, etc.) da cidade de Campo Grande/MS, a serem definidos à partir dos espetáculos propostos, considerando conteúdo social e demanda do local à época.

Do envio de material:

Para participar da seleção artística da VIII TEMPORADA DO CHAPÉU é necessário preencher a ficha de inscrição disponibilizada no blog (http://imaginariomaracangalha.blogspot.com/) no formato Word, e enviá-la junto com o material complementar exigido, para o email 8temporadadochapeu@gmail.com , com o assunto descrito da seguinte forma: PROPOSTA ESPETÁCULO VIII TEMPORADA DO CHAPÉU, até o dia 08 de março de 2019, prazo máximo para as inscrições, A inscrição será confirmada através de resposta ao email enviado.

Do material necessário - ATENÇÃO!

O material a ser enviado por email deve conter:

1. Link do espetáculo na íntegra, sem cortes e sem edição, com tempo mínimo de duração de 40 minutos;

2. As seguintes informações em um único documento (Word ou pdf) em anexo:

Nome do espetáculo e grupo/artista contendo:

- Ficha de inscrição preenchida;
- Sinopse do espetáculo;
- Rider técnico (necessidades);
- Ficha técnica do espetáculo;
- Críticas e matérias de jornais – portfólio (os mais relevantes);
- Breve currículo do/a Diretor (a) (5 a 10 linhas);
- Breve currículo do/a artista ou grupo (5 a 10 linhas);
- Fotos do espetáculo para divulgação – 2 horizontais e 2 verticais – em alta resolução – 300dpis.

Da seleção

Os projetos inscritos serão analisados pela Comissão Organizadora da Mostra.
Os principais critérios para análise das propostas são a qualidade artística e sua viabilidade técnica, com base no perfil e condições da Mostra.
A Comissão de avaliação é soberana em suas escolhas, não cabendo recursos ou esclarecimentos posteriores.
O ato da inscrição pressupõe plena concordância com os termos oferecidos pela organização da Mostra.
A organização da Mostra detém os direitos de imagens (vídeos e fotos captados durante o evento) bem como as imagens e materiais dos espetáculos selecionados, a ela será permitida sua livre utilização, sempre com o intuito de divulgar e promover a mesma.

Dos resultados:

Os grupos/artistas serão informados sobre o resultado da seleção, através de e-mail informado na ficha de inscrição e ainda será publicado no blog da Mostra http://imaginariomaracangalha.blogspot.com/; por isso recomendamos que fiquem atentos nestas fontes de informação.
Os espetáculos selecionados terão até 03 dias após o comunicado, para envio de outros materiais, documentos e/ou informações que poderão ser solicitados pela Mostra.

Em caso de dúvidas ou maiores informações, entrar em contato através do telefone 055 67 99250-9336 (whatsApp) ou pelo email: 8temporadadochapeu@gmail.com


Dos espetáculos selecionados:

- 3 espetáculos regionais (Mato Grosso do Sul)
- 5 espetáculos nacionais (Brasil com exceção de MS)

1 – Solicitamos que o/as artistas/grupos selecionado (a)s participem do Cortejo de Abertura da VIII TEMPORADA DO CHAPÉU que acontecerá no dia 24 de maio de 2019 no centro de Campo Grande, e será aberta ao público.

2 – Os artistas/grupos deverão estar disponíveis para conceder entrevistas a jornais e TVs no período da Mostra.

3 – Para grupos que forem selecionados e tenham menores de idade no elenco, será exigida autorização dos pais ou responsáveis com firma reconhecida em cartório.

Das Condições logísticas e econômicas oferecidas pela Mostra:

1 – Será oferecido cachê de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) para grupos originários fora do estado de Mato Grosso do Sul e R$ 2.000,00 (dois mil reais) grupo pertencentes ao estado de MS, a Mostra e será pago integralmente após a apresentação do espetáculo mediante apresentação  de NF.

2 – Hospedagem em quartos duplos, triplos ou quádruplos.

4 – Alimentação (almoço e jantar) no dia de apresentação do(s) artista(s)/grupo(s) na Mostra para artistas locais e durante a permanência do(s) artista(s)/grupo(s) de fora.
5 – Translado somente local: a Mostra oferecerá transporte no município de Campo Grande -rodoviária/aeroporto X hotel para material cênico, artistas/grupos. Também será oferecido transporte interno para os artistas/grupos no dia da apresentação do (s) mesmo (s).

6 – Deslocamento de artistas/grupos e material cênico da cidade/país de origem para Campo Grande/MS/Brasil, ficará por conta de cada grupo/artista selecionado.

7 – Excesso de bagagem: a Mostra NÃO assumirá despesas extras como excesso de bagagem dos artistas/grupos selecionados.


Obs.: no caso de intempéries ou imprevistos que vierem a impedir a apresentação do espetáculo, o mesmo poderá ser remanejado para outra data ou local durante o período de realização da Mostra com acordo mútuo entre artista/grupo e a Mostra.

Outras informações:

- Caberá ao grupo providenciar seus próprios acessórios de contra-regragem e encenação, bem como as gelatinas necessárias para seu plano de iluminação.

- O artista/grupo poderá trazer programas, cartazes e banners para divulgação de seu espetáculo.

Observação:

O preenchimento da ficha de inscrição não habilita o artista/grupo como participante da VIII TEMPORADA DO CHAPÉU. Caberá a Comissão Organizadora indicar os grupos selecionados.

Este projeto conta como investimento do Programa Municipal de Fomento ao Teatro da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo da Prefeitura Municipal de Campo Grande.

Campo Grande / MS, 06 de fevereiro de 2019.


Comissão Organizadora
Fernando Oliveira Cruz
Francielly Corona Garcia
Moreno Pereira Mourão
Renderson Valentim
Ariela Barreto
Pepa Quadrini
Paulo Augusto



FICHA DE INSCRIÇÃO
VIII TEMPORADA DO CHAPÉU
DE 23 A 26 DE MAIO DE 2019
Email: 8temporadadochapeu@gmail.com / Blog imaginariomaracangalha.blogspot.com/

Artista/Grupo:
Nome Jurídico (se houver):
CNPJ/CPF:
Endereço - Rua: N°
Bairro:
Cidade: Estado: MS
CEP:
Telefone para contato:
E-mail:
Site ou blog:
Responsável legal:
Espetáculo:
Autor (a):
Direção:
Tempo de duração do espetáculo:
Tempo de montagem técnica do espetáculo:
Tempo de desmontagem técnica do espetáculo:
Indicação: ( ) Infantil ( ) Adulto ( ) Livre

- Necessidades técnicas:
- Observações extras (acrescentar informações que julgar importante):

RELAÇÃO DE PARTICIPANTES

Número exato de profissionais que integram a equipe do espetáculo e que participarão da Mostra:

Masculino: ______ Feminino: _______ Total: ________

Informar de cada participante:
Nome completo -
Função -
CPF/RG -
Data de nascimento -

Estou ciente do conteúdo deste edital e de acordo com as normas que o regem, comprometendo-me a cumprir com as responsabilidades assumidas e pelo conteúdo das informações declaradas.


______________________________________
Nome completo e assinatura do (a) responsável
pelas informações contidas nesta ficha de inscrição.

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

MARACANGALHA na 2ª Feira Estadual da Reforma Agrária


Nós apresentaremos o espetáculo de teatro de rua  Areôtorare - O verbo negro e bororo do Índio Profeta, dia 07 de dezembro de 2018, às 14 horas, na Praça Ary Coelho, na 2ª Feira Estadual da Reforma Agrária.
E dia 09 de dezembro apresentaremos a intervenção de rua Ferro em Brasa.

Areôtorare - O verbo negro e bororo do Índio Profeta
A ação ceno-poético de rua revisita as obras "Areôtorare" (1935) e "Sarobá" (1936) do escritor modernista Lobivar Matos (1915-1947), nascido em Corumbá (MS), aborda as relações humanas e sociais do seu tempo. Desta forma, questões como desigualdade, preconceito e desenvolvimento econômico são desveladas sob a ótica dos trabalhadores, índios e negros que até hoje "refletem os anseios, as revoltas, as durezas amargas da época e do meio em que vivem" (MATOS, L.).

Ferro em Brasa
Ferro em Brasa aborda a questão do extermínio indígena desde o período do descobrimento do Brasil até os dias atuais, a partir da Carta de Pero Vaz de Caminha, de escritos do Frei Bartolomé de las Casas, poemas de Oswald de Andrade e noticias de violências contra os povos indígenas.


AREÔTORARE no 13º FENTEPIRA

O espetáculo de teatro de rua Areôtorare - O verbo negro e bororo do Índio Profeta será apresentado no 13° FENTEPIRA - Festival Nacional de Teatro de Piracicaba, no dia 02 de dezembro de 2018 às 17 horas, no Parque da rua do Porto, próximo ao Casarão do Turismo.


SINOPSE
A ação ceno-poético de rua revisita as obras "Areôtorare" (1935) e "Sarobá" (1936) do escritor modernista Lobivar Matos (1915-1947), nascido em Corumbá (MS), aborda as relações humanas e sociais do seu tempo. Desta forma, questões como desigualdade, preconceito e desenvolvimento econômico são desveladas sob a ótica dos trabalhadores, índios e negros que até hoje "refletem os anseios, as revoltas, as durezas amargas da época e do meio em que vivem" (MATOS, L.).

Ficha técnica
Direção e dramaturgia: Fernando Cruz  
Texto: Poemas das obras "Areôtorare e Sarobá" de Lobivar Matos  
Encenação: Fernando Cruz e o grupo  
Elenco: Fran Corona, Fernando Cruz, Ariela Barreto, Moreno Mourão, Paulo Augusto, Pepa Quadrini e Renderson Valentim  
Pesquisa: Salim Haqsan, Fernando Cruz e Rogéria Castro Costa  
Preparação e Direção musical: Luiz Carlos Santana
Preparação Vocal: Júlia Mendes
Preparação Corporal: Dora de Andrade  
Adereços: Patrícia Rodrigues e Lício Castro  
Figurino: o grupo | Costuraria: Maria Viveiros
Foto e Vídeo: Vaca Azul  
Assessoria de Imprensa: Brasa Comunicação  
Produção: Ana Capilé

E para ajudar o grupo chegar a Piracicaba, participe da nossa vaquinha: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/de-carona-para-o-maraca-chegar-no-fentepira

terça-feira, 16 de outubro de 2018

AREÔTORARE no Seminário Antropologias Contemporâneas e Fronteiras

O Teatro Imaginário Maracangalha apresentará o espetáculo Areôtorare no Seminário Antropologias Contemporâneas e Fronteiras do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.
Data: 17 de outubro de 2018
Horário: 18:30
Local: Auditório SEDFOR (UFMS)


segunda-feira, 27 de agosto de 2018

VIII MOSTRA DE REPERTÓRIO


TEKOHA 
Ritual de Vida e Morte do Deus Pequeno
O espetáculo narra a trajetória do líder guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo, Tekoha, tem um significado peculiar. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. Tekoha, assim, refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura guarani. É no Tekoha que os guaranis vivem seu modo de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação tão sagrado aos guaranis.

CABEÇA DE PAPELÃO
"Cabeças e relógios querem-se conforme o clima e a moral de cada terra" - João do Rio (1881-1921)
A intervenção performativa inspirada no conto O homem da cabeça de papelão de João do Rio expressa em forma crítica uma sociedade dominada pela alienação social, econômica e intelectual. Interferindo no cotidiano das cidades silenciosamente, as imagens dos atores em suas cabeças de papelão provocam indagações sobre a coisificação do ser humano nos dias de hoje criando uma metáfora do dia a dia.

OPERÁRIO EM CONSTRUÇÃO
Operário em Construção trata de um operário que entra em processo de conscientização individual e resiste à exploração através da palavra “não”. É um dos poemas de lírica comprometida com o cotidiano e seus conflitos sociais. Intervenção de rua que performa e interage no dia a dia das cidades a qualquer hora em qualquer lugar tendo com referência a poesia de Vinícius de Moraes.


FERRO EM BRASA
A intervenção de rua em teatro épico aborda  o impacto da invasão   das terras indígenas de 1500 até hoje no Brasil e na América com a chegada das primeira naus e os primeiros contatos com os povos originários  . É construída a  partir das cartas de  Bartolomé de Las Casas (1507),Pero Vaz de Caminha (1500), poemas de Oswald de Andrade  e notícias recorrentes em  jornais atuais.

AREÔTORARE
O verbo negro e bororo do índio profeta
A ação cênica/performativa Areôtorare vem sendo pesquisada na rua a seis anos pelo Teatro Imaginário Maracangalha. Na trajetória de pesquisa do movimento e das ações da poesia vários formatos foram experimentados: leituras públicas em forma de manifestos (agitprop), ações físicas dos personagens e situações dos poemas, do autor, cortejos, desfragmentação da palavra, fragmentação do texto, escritas nos figurinos e nos corpos, sempre na busca das várias representações possíveis a partir da palavra, da poesia, da obra do autor sem perder de vista seu contexto histórico (modernismo no Mato grosso/Brasil) e o contexto em que vivemos, procurando paralelos e semelhanças com a contemporaneidade. As intervenções já contaram com a participação de quinze atores e músicos, hoje o trabalho se apresenta com sete atores/músicos que surpreendem o público a cada apresentação já que a ação pode ocorrer em qualquer espaço ,público (praça, feiras, ruas, calçadões, terminais de ônibus), dialogando com o fluxo de cada rua ou cidade. A ação cênica/performativa em cena e poesia é itinerante e interativa percorrendo ruas convocando o público a viajar pela ação das palavras que saem do papel e ganham vida, dando visibilidade ao conteúdo invisível das palavras, sendo a cada apresentação uma vivência única. As músicas em cena são autorais e baseadas no universo do autor. As apresentações tem percorridos festivais e feiras literárias revelando ao público a literatura modernista do Brasil central, desvelando através da palavra em ação o manifesto modernista do antigo Mato Grosso (Manifesto a minha gente -Corumbá, Mato Grosso 1935) e a obra deste importante autor, Lobivar Matos, "O Poeta Desconhecido", e que hoje é reconhecido no cânone da literatura e patrimônio cultural brasileiro e tem muito a dizer e a refletir com poesia os tempos em que vivemos.

CONTO da CANTUÁRIA
da obra Contos de Canterbury
de Geoffrey Chaucer (1340)
“...Eu vou pra Maracangalha eu vou...” cantando assim pelas ruas e cortejando a cidade, o Teatro Imaginário Maracangalha inicia o espetáculo de rua Conto da Cantuária.
O “Conto da Cantuária” em um longo processo de pesquisa, tornou-se elemento de pesquisa do grupo, conquistando público, prêmios, vários anos de circulação e uma pesquisa científica.
A peça teatral “Conto da Cantuária” é uma adaptação da obra Contos de Canterbury escrita pelo autor inglês Geoffrey Chaucer no período de 1384 - 1400, em plena inquisição na idade média.
O texto crítico e humorado é constituído de 29 contos e o grupo optou pela montagem do “Conto do vendedor de indulgências”, que retrata de forma farsesca e ácida o comércio das religiões e as corrupções em nome de deus, do dinheiro e da ambição, traçando um paralelo com os dias atuais.
O espetáculo estreou em 2009. Na montagem atual o elenco é composto pelos atuadores Renderson Valentim, Fran Corona, Moreno Mourão e Fernando Cruz que atua e assina a direção da peça.
No espetáculo, o Teatro imaginário Maracangalha mantém seu processo de pesquisa continuado e afirma a identidade do grupo que opta pelo teatro de rua, debatendo temas, ideias, formas e meios estéticos que vão de encontro a realidade dos trabalhadores, transeuntes das ruas dos centros e periferias da cidade, fazendo arte pública, sem fronteiras.