terça-feira, 23 de agosto de 2016

CORTEJO DE SÃO GENÉSIO



Venha Cortejar a cidade dia 25 de agosto aniversario de dez anos do Maraca prepare seu figurino, fantasia, instrumentos, estandartes, boa disposição e venha celebrar o dia de São Genésio que acompanha os palhaços, atrizes, atores, músicos e todos nós que não vivemos sem cantar e dançar na rua... Venham, venham, venham... A festa vai começar! EVOÉ!
A concentração será a partir das 18hrs no bar da Dona Carmem [ Rua Rui Barbosa, 4488 B: São Francisco]
A saída as 20 hrs rumo a Casa Vai ou Racha

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

SEMINÁRIO ARENA ABERTA: ARTE, ÉTICA E ESTÉTICA A CÉU ABERTO


O “Seminário Arena Aberta” é um espaço de debate e construção de conhecimento sobre a relação entre arte,cultura e política em espaços abertos dentro do direito a cidade. Ao longo de dez anos foram realizados 42 seminários debatendo a arte e suas várias linguagens e desdobramentos ,criando proposições para a cidade que queremos.
Em comemoração aos 10 anos de resistência o grupo tem o orgulho e prazer em convindar a todos para darmos juntos inicio as comemorações, com o Seminário Arena Aberta com o tema Arte Ética, Éstetica a Céu aberto com o Prof. Dr. Paulo Paes - UFMS, o Cineasta Gilmar Galache - ASCURI, Atriz Roma Rosário Roman - TGR, Prof. Dr, Leandro Mendonça Barbosa.
Dia: 20 de Agosto.
Local: Joaquim Murtinho, 2204. sede do grupo teatro Imaginário Maracangalha.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

TEKOHA no Sarau da Ilha

EXCEPCIONALMENTE ÀS 17:00!!! CHEGUEM CEDO!
TEATRO IMAGINÁRIO MARACANGALHA com a peça TEKOHÁ - VIDA E MORTE DO DEUS PEQUENO confirmado no Sarau da Ilha


Dia: 19 de Agosto (Sexta)
a partir das 16h - Sem horário para acabar

Na Unidade VI - UFMS (Parte externa).

*** Em apoio aos Povos Indígenas estaremos arrecadando alimentos, roupas e mantimentos básicos para retomadas indígenas. Ajude! ***
DERRUBAR OS MUROS DA UNIVERSIDADE
SERVIR AO POVO, DO CAMPO E DA CIDADE!
ESPAÇO PÚBLICO! ESPAÇO DO POVO!

TEKOHA - RITUAL DE VIDA E MORTE DO DEUS PEQUENO
O espetáculo narra a trajetória do líder guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo, Tekoha, tem um significado peculiar. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. Tekoha, assim, refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura guarani. É no Tekoha que os guaranis vivem seu modo de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação tão sagrado aos guaranis.

Ficha técnica:
Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Ariela Barreto, Fran Corona, Moreno Mourão, Renderson Valentin e Fernando Cruz
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Vídeo e foto: Diogo Gonçalves- Ateliê Passarinho
Designe gráfico: Maira Espíndola
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

TEKOHA no I Seminário Estadual Cultura e Educação


O Teatro Imaginário Maracangalha apresentará o espetáculo Tekoha - Ritual de vida e morte do Deus Pequeno no Sarau Cultural do I Seminário Estadual Cultura e Educação: Territórios da arte na Escola. Na Morada dos Baís no dia 06/08 às 19h.
O Sarau Cultural terá, também, a participação do poeta Emmanuel Marinho e do Grupo Sampri.

TEKOHA - RITUAL DE VIDA E MORTE DO DEUS PEQUENO
O espetáculo narra a trajetória do líder guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo, Tekoha, tem um significado peculiar. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. Tekoha, assim, refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura guarani. É no Tekoha que os guaranis vivem seu modo de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação tão sagrado aos guaranis.

Ficha técnica:
Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Ariela Barreto, Fran Corona, Moreno Mourão, Renderson Valentin e Fernando Cruz
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Vídeo e foto: Diogo Gonçalves- Ateliê Passarinho
Designe gráfico: Maira Espíndola
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre

MANIFESTO DA REDE BRASILEIRA DE TEATRO DE RUA

MANIFESTO DA REDE BRASILEIRA DE TEATRO DE RUA

Não nos peçam respostas pros nós que vocês criaram. Estamos aqui, em assembleia, com perguntas, com questões. Estamos em assembleia. O que está aí não serve. O que estava não servia. O que está pra vir é assustador. Não temos medo. Estamos em assembleia. Temos nossa luta e nossos trabalhos em resistência. Temos trabalho de base. Temos formação de quadro. Temos criação de linguagem. Organizamos nossas comunidades. Organizamos mostras, festivais, encontros. Fazemos cortejos, atos, ações, manifestações, ocupações. Estamos em assembleia. Sabemos qual é nosso lado e ele é o da classe trabalhadora que já nem se reconhece mais. Mas estamos na história e a história é cruel, é crua, ela não tem vácuo. A classe existe e é explorada. Golpe. Golpe. Golpe. Golpe. Golpe. Como falar de UM golpe para os que são golpeados há séculos, todos os dias. Lutaremos contra cada um deles. Teatro de rua. Presente. Cultura popular. Presente. Indígenas Presente. Movimentos sociais. Presente. Trabalhadores. Presente. Mulheres presente. Negros, presente. Somos tantas. Somos enormes. E já criamos nosso formigueiro. Pode parecer invisível mas nós já medimos as forças e somos mais fortes porque as nossas(os) não lutam por dinheiro. Porque nós somos golpeados juntos e resistimos juntos. Que bom ouvir berros, ouvir brados, ouvir nãos! Ouvir não mais. Não mais em nosso nome. Se não pode se vestir com nossos sonhos, não fale em nosso nome. Não mais fazer casas pra que os ricos morem. Não mais fazer o pão que o explorador come. Não mais em nosso nome. É hora de dar nome aos bois. Levantar a cabeça acima da boiada. Porque são tempos de tudo ou nada. ESTUDAR. REFLETIR. CRÍTICA. CRÍTICA DIALÉTICA. PRÁTICA. Silêncios. Pausas. Engasgos. Choros. Ressaca. Enjôo. Lama. Sangue. Assassinatos. Prisões. Repressão. Cortes. Mortes. Estamos tão pessimistas que ficamos otimistas. Tempos diferentes se erguem. E queremos estar do lado dos nossos. Perdendo, errando, tentando, existindo na alegria de ainda de querer-serhumano. Voltamos pras nossas aldeias, cheios. Preenchidas de nós! Salve quebrada nossa. Salve periferia. Salve marginais. Salve Rede Brasileira de Teatro de Rua. Assembleia. Reunir. Ouvir todas. Assembleia reunir. Ouvir todos. Senhoras e Senhores. Prestem bem atenção! Enquanto não nos deixarem sonhar, não deixaremos vocês dormirem em paz.


CAMPO GRANDE. MATO GROSSO DO SUL. JUNHO DE 2016.


quinta-feira, 23 de junho de 2016

LUAS E RUAS CONTRA OS GENOCÍDIOS


LUAS E RUAS, CONTRA OS GENOCÍDIOS. Contra os de cima. Essa luta tem que ser de todos nós.


Junho de 2014. Uma bala. Um policial. Luana Barbosa é assassinada pelo Estado Brasileiro. B.O. realizado. Nada feito. Policial descansa em tranquilidade com sua aposentadoria garantida.Mataram uma artista de rua.
Novembro de 2014. Muitas facadas. Um grupo de latifundiários. Marinalva Manoel é assassinada pelo Estado Brasileiro. B.O. realizado. Nada feito. Latifundiários praticam tranquilos o esporte da tortura e genocídio aos indígenas guarani kaiowá nas ‘agroterras’ de Mato Grosso do Sul.Mataram uma indígena.
Novembro de 2015. 500 km de Lama. Uma multinacional. O rio doce é assassinado pelo Estado Brasileiro. B.O. realizado. Nada feito. VALE e SAMARCO distraem-se felizes, donas de nossos minérios-rios-seres-humanos-doenças-alimentos. Mataram a vida.
Junho de 2016. Golpe. Um grupamento de políticos, juízes e empresários organizados. Um país. A democracia brasileira, que já não contemplava os trabalhadores, é assassinada pelo Estado Brasileiro. B.O. realizado. Nada feito. Os mais ricos comemoram em brindes caros, custeados com nossos suores, o sucesso de suas negociatas. Mataram o que já estava morto.
1500… 1800... 2000... 2016. Golpes, facadas, balas, lama. Uma classe. Trabalhadores são assassinados pelo Estado Brasileiro. B.O. realizado. Nada feito. Burgueses esbanjam seus iates, mansões e palacetes por sobre nossas taperas e miseráveis liberdades concedidas.Mataram-nos, mas não nos calarão. Os nossos mortos tem voz!
No 27 de junho tomaremos as ruas. Somos milhares. Somos invisíveis. Somos mulheres. Somos negras. Somos movimentos. Somos homossexuais. Somos travestis. Somos aprendizes. Somos ladrões de galinhas. Somos gueto e favela. Somos Mariguela. Somos Dandara. Somos periferia. Somos refugiadas. Somos cultura, cultivo. Somos o que é vivo. Somos oprimidas. Somos exploradas. Somos transgêneros. Somos loucos. Somos homens em desconstrução. Somos indígenas em resistência. Somos os de baixo. Somos estudantes e secundaristas.Somos poetas e artistas. Somos um e somos todas. Somos maioria. Discutiremos o que está privado para compreender o que não está público. Tocaremos nas feridas. Abriremos janelas. Arrebentaremos portões. Destruiremos cercas, simbólicas talvez. Jogaremos xadrez. Faremos nossa guerrilha. Tática e estrategia. Tomaremos as ruas como aviso, como ameaça. Sabemos de quem é a taça e esse brinde não estamos mais dispostos a fazer.
Senhores e Senhoras! Se não nos deixarem sonhar, não deixaremos vocês dormirem em paz. Nossos arco-e-flecha erguidos, caras pintadas nos morros, estandartes, tambores, amores, faremos do nosso tempo felicidade, da nossa existência sinceridade e do nosso encontro luta.Tomaremos as cidades. Pra nos manter juntos, pra começo de conversa…

Junho de 2016. Campo Grande, Mato Grosso do Sul.
XVIII Encontro da Rede Brasileira de Teatro de Rua.

segunda-feira, 16 de maio de 2016


De 16 a 19 de junho acontece o Encontro nacional de rede Brasileira de Teatro de Rua em Campo grande - MS. Dá uma olhada como foi no Ceará...
A Rede Brasileira de Teatro de Rua realizou seu XVII encontro presencial no Ceará de 14 a 18 de novembro de 2015. O encontro foi organizado pelo Grupo Teatro de Caretas, com o apoio da FUNARTE, Casa Civil do Estado do Ceará e dos articuladores da RBTR de todo o Brasil.
Criada em março de 2007, em Salvador – BA, a Rede Brasileira de Teatro de Rua – RBTR é um espaço de articulação física e virtual de organização horizontal, sem hierarquia, democrático e inclusivo. Tem na rede virtual sua maior fonte de articulação, mas conta também com os encontros presenciais, a cada 6 (seis) meses, onde são retiradas as suas deliberações e metas de ação. Estes encontros já foram realizados em diversos Estados, dentre eles São Paulo, Mato Grosso do Sul, Acre, Brasília, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Sul, Bahia e agora nos organizamos para que aconteça no Ceará.
Tendo como missão primeira a luta por políticas públicas para cultura com investimento do Estado nas instâncias: municipais, estaduais e federal; busca a acessibilidade aos bens e produtos culturais, mais especificamente de teatro de rua, para os brasileiros, nivelando de forma equacionado todas as regiões do país.
O grupo articulador da rede responsável pela realização foi o Grupo Teatro de Caretas de Fortaleza - Ceará.
Hoje contando com articuladores nas 27 unidades federativas, a rede elenca mais 700 artistas que individualmente, ou em seus grupos, acionam os objetivos da Rede tendo como indicativos a difusão, formação e informação, registro, circulação e manutenção de artistas e núcleos de teatro de rua, e principalmente a democratização e desburocratização da utilização dos espaços públicos.