segunda-feira, 22 de maio de 2017

VII Temporada de Chapéu




VII Temporada Do Chapéu

Nos dias 16 a 19 de março de 2017, o Teatro de Rua ocupou a cidade, o Teatro Imaginário Maracangalha realizou a VII Temporada do Chapéu nas ruas de Campo Grande.
Para iniciar, houve o tradicional Cortejo de Abertura conduzido pela Orquestra Vai Quem Vem e com demais artistas. A programação contou com mostra de teatro de rua, intervenção artística, performance, seminários, oficinas, lançamento de livros e sarau a céu aberto. 
A VII Temporada do Chapéu realizou de 12 (doze) espetáculos, de regiões diferentes do país e de Mato Grosso do Sul. Nas ações de formação aconteceu o Seminário Arena Aberta – A rua é nossa, com a participação de artistas de regiões diferentes do Brasil: Vera Parenza (RS), Vanéssia Gomes (CE), Marcio Silveira dos Santos (RS), Marcelo Palmares (SP), Luiz Valente (SP), João Rocha (MS). O mediador dos Seminários foi o diretor do TIM, Fernando Cruz.
“Tecendo um panorama do teatro de rua e as políticas públicas para espaços públicos no país, indagando qual é o espaço da liberdade de expressão nas ruas no momento em que o país retrocede em suas políticas sociais e na democracia, seguimos fortes e vivos na manutenção da arte pública para todos, é este o propósito de estarmos sempre atuantes”, explica Fernando Cruz.
Durante a Temporada, houve a “Oficina Teatro e o Corpo”, com o Grupo Pombas Urbanas de São Paulo e o lançamento de duas importantes publicações sobre Teatro de Rua. 

A “Temporada do Chapéu”, em sua trajetória de seis anos consecutivos e agora na sétima edição tornou-se referência de arte pública em Campo Grande, no MS e no país, tendo reconhecimento notório por sua qualidade de espetáculos, performance, intervenções e seminários.
O projeto conta com o apoio do Fundo de Investimentos Culturais de MS (FIC 2015) e também, com o apoio cultural do SESC Mato Grosso do Sul, Central de Economia Solidária e Rede Brasileira de Rua.
As apresentações são realizadas em espaços públicos abertos dando acesso ao público de todas as idades e segmentos sociais, possibilitando ao o público campo-grandense ter acesso gratuito a produção teatral de rua do país e do MS. 
A Temporada do Chapéu privilegia a troca de saberes entre grupos e a comunidade local durante a mostra, qualificando dessa forma os grupos locais que muitas vezes ficam isolados de ações formativas referente a linguagem de rua e suas especificidades.
A parte formativa da Temporada do Chapéu também acontece em espaços abertos, destacando-se pela participação de importantes nomes do teatro brasileiro e de estudiosos sobre arte pública em espaços públicos com lançamentos de publicações, seminário e oficinas abertas à comunidade.

Arena Aberta

O “Seminário Arena Aberta” é reconhecido como um dos importantes momentos de debate e construção de conhecimento sobre a relação entre arte pública e políticas públicas para arte em espaços abertos dentro do direito a cidade, a cada ano que passa mais pessoas interessadas participam desse importante momento.

terça-feira, 11 de abril de 2017

TRAGICOMÉDIA em Três Lagoas/MS


APRESENTAÇÃO DO ESPETÁCULO 
TRAGICOMÉDIA DE DOM CRISTÓVÃO E SINHÁ ROSINHA


Sinhá Rosinha quer casar, mas, como enfrentará o autoritário pai, o prepotente dom Cristóvão, o ex-namorado e seu apaixonado pretendente? Como escapará de um casamento forjado pelo dinheiro e viverá o seu amor desimpedido? Como diz sinhá Rosinha: “que se dane seu dinheirinho eu quero é o amor!”. Uma farsa que exalta os valores como a independência, a arte e o amor.


Ficha técnica
Adaptação do texto de Federico Garcia Lorca
Direção: Fernando Cruz
Direção musical: Jonas Feliz
Atuadores: Ariela Barreto, Fernando Cruz, Fran Corona, Moreno Mourão e Renderson Valentim
Figurino, cenografia, adereços e maquiagem: Ghva
Arte: Thiago Silva/Najom
Registro audiovisual: Cátia santos
Fotografia: Diogo Gonçalves/Ateliê Passarinho
Realização: Teatro Imaginário Maracangalha
Comparsas: Rede Brasileira de Teatro de Rua (RBTR), Najom, Ateliê Passarinho, Associação Miguel Couto, Degrau Estúdio, BRASA Comunicação, Teatral Grupo de Risco, Circo do Mato e Flor & Espinho Teatro

terça-feira, 4 de abril de 2017

TEKOHA no Projeto Teatro e Bar

Espetáculo Tekohá - Ritual de vida e morte do Deus Pequeno no Projeto Teatro e Bar do Bar Valu, Rua Treze de Maio, 4541, às 20:00 do dia 06/04/2017.



TEKOHA - RITUAL DE VIDA E MORTE DO DEUS PEQUENO
O espetáculo narra a trajetória do líder guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo, Tekoha, tem um significado peculiar. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. Tekoha, assim, refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura guarani. É no Tekoha que os guaranis vivem seu modo de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação tão sagrado aos guaranis.

Ficha técnica:
Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Ariela Barreto, Fran Corona, Moreno Mourão, Renderson Valentim e Fernando Cruz
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Vídeo e foto: Diogo Gonçalves- Ateliê Passarinho
Designe gráfico: Maira Espíndola
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre

TEKOHÁ no RAMS - Reunião de Antropologia de Mato Grosso do Sul

VI RAMS - Reunião de Antropologia de Mato Grosso do Sul na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
A apresentação do espetáculo acontecerá no Complexo Multiuso às 18:30.


TEKOHA - RITUAL DE VIDA E MORTE DO DEUS PEQUENO
O espetáculo narra a trajetória do líder guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo, Tekoha, tem um significado peculiar. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. Tekoha, assim, refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura guarani. É no Tekoha que os guaranis vivem seu modo de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação tão sagrado aos guaranis.

Ficha técnica:
Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Ariela Barreto, Fran Corona, Moreno Mourão, Renderson Valentim e Fernando Cruz
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Vídeo e foto: Diogo Gonçalves- Ateliê Passarinho
Designe gráfico: Maira Espíndola
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre

quarta-feira, 29 de março de 2017

Tekoha no Largo Glênio Pérez em Porto Alegre.RS

Programa Petrobras Distribuidora de Cultura biênio 2015/2016.
Apresentação do espetáculo de teatro de rua Tekoha - ritual de vida e morte do Deus Pequeno, no Largo Glênio Pérez em Porto Alegre/RS, no dia 14 de abril de 2016. 


TEKOHA - RITUAL DE VIDA E MORTE DO DEUS PEQUENO
O espetáculo narra a trajetória do líder guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo, Tekoha, tem um significado peculiar. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. Tekoha, assim, refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura guarani. É no Tekoha que os guaranis vivem seu modo de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação tão sagrado aos guaranis.

Ficha técnica:
Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Estefania Martins, Fran Corona, Moreno Mourão, Renderson Valentin e Fernando Cruz
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Designe gráfico: Maira Espíndola
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre

Tekoha na Praça da Matriz em Porto Alegre.RS

Programa Petrobras Distribuidora de Cultura biênio 2015/2016.
Apresentação do espetáculo de teatro de rua Tekoha - ritual de vida e morte do Deus Pequeno, na Praça da Matriz em Porto Alegre/RS, no dia 14 de abril de 2016



TEKOHA - RITUAL DE VIDA E MORTE DO DEUS PEQUENO
O espetáculo narra a trajetória do líder guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo, Tekoha, tem um significado peculiar. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. Tekoha, assim, refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura guarani. É no Tekoha que os guaranis vivem seu modo de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação tão sagrado aos guaranis.

Ficha técnica:
Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Estefania Martins, Fran Corona, Moreno Mourão, Renderson Valentin e Fernando Cruz
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Designe gráfico: Maira Espíndola
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre

Tekoha em São Borja.RS

Programa Petrobras Distribuidora de Cultura biênio 2015/2016.
Apresentação do espetáculo de teatro de rua Tekoha - ritual de vida e morte do Deus Pequeno, no  Centro Comunitário Samborjense em São Borja/RS, no dia 10 de abril de 2016.



TEKOHA - RITUAL DE VIDA E MORTE DO DEUS PEQUENO
O espetáculo narra a trajetória do líder guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo, Tekoha, tem um significado peculiar. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. Tekoha, assim, refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura guarani. É no Tekoha que os guaranis vivem seu modo de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação tão sagrado aos guaranis.

Ficha técnica:
Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Estefania Martins, Fran Corona, Moreno Mourão, Renderson Valentin e Fernando Cruz
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Designe gráfico: Maira Espíndola
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre