segunda-feira, 19 de junho de 2017

MARACANGALHA no LIVRO DIDÁTICO NACIONAL

O Teatro Imaginário Maracangalha é citado como referência em teatro independente e político no Brasil, pois estamos de graça, em todos os cantos, nas ruas, feiras e praças, quebradas e chãos batidos de terra, nas bocas e olhos dos que tem fome de comida de carinho e de arte, e por estar para qualquer um e em qualquer parte estamos também  no livro didático Projeto Mosaico - Arte, do Plano Nacional do Livro de Didático, do Ministério da Educação.






quinta-feira, 8 de junho de 2017

PROJETO PASSE LIVRE





O Teatro Imaginário Maracangalha em sua trajetória construiu um expressivo repertório de espetáculos, intervenções e performances fazendo da rua seu espaço de pesquisa estética, atuação política e manutenção através do chapéu e contribuições espontâneas.
No mês de junho de 2017 o grupo dá início a mais uma ação autônoma que é o Projeto Passe Livre, acreditando na arte como direito a cidade circulará ao longo desse ano pelos bares, praças e feiras livres da cidade com temporadas de Teatro de Rua do seu repertório composto de quatro (04) espetáculos: ‘Conto da Cantuária’ – ‘Tekoha – Ritual de Vida e Morte do Deus Pequeno’ – ‘Areôtorare’ e ‘Tragicomédia de Dom Cristóvão e Sinhá Rosinha’.
Sobre o espetáculo de rua CONTO DA CANTUÁRIA:
Projeto Passe Livre inicia com a temporada do espetáculo de rua Conto da Cantuária que estreou em 2007, sendo a primeira montagem de grande circulação do grupo que esse ano completa 11 anos.
O “Conto da Cantuária” em um longo processo de pesquisa tornou-se elemento de pesquisa do grupo conquistando público, prêmios, vários anos de circulação e uma pesquisa científica.
A peça teatral “Conto da Cantuária” é uma adaptação da obra Contos de Canterbury escrita pelo autor inglês Geoffrey Chaucer no período de 1384 – 1400, em plena inquisição na idade média.
O texto crítico e humorado é constituído de 29 contos e o grupo optou pela montagem do “Conto do vendedor de indulgências” que retrata de forma farsesca e ácida o comércio das religiões e as corrupções em nome de Deus, do dinheiro e da ambição, traçando um paralelo com os dias atuais.
Na montagem atual o elenco é composto pelos atuadores Renderson Valentim, Fran Corona, Moreno Mourão e Fernando Cruz que atua e assina a direção da peça.
No final da circulação de junho a peça Conto da Cantuária participa da “Mostra Artística da Rede Brasileira de Teatro de Rua” em Presidente Prudente/SP que apresentará importantes produções do Teatro de Rua Brasileiro dentro da programação do XX Encontro da Rede brasileira de Teatro de Rua.
Ao circular pela cidade em 2017 com o Projeto Passe Livre, o Teatro Imaginário Maracangalha mantém seu processo de pesquisa continuado e afirma a identidade do grupo que opta pelo teatro de rua debatendo temas, ideias, formas e meios estéticos que dialoguem com a cidade, a realidade dos trabalhadores, transeuntes das ruas dos centros e periferias.

brasacomunicacao.wordpress.com/2017/06/06/imaginario-maracangalha-apresenta-agenda-de-junho-com-espetaculo-conto-da-cantuaria/

segunda-feira, 22 de maio de 2017

VII Temporada de Chapéu




VII Temporada Do Chapéu

Nos dias 16 a 19 de março de 2017, o Teatro de Rua ocupou a cidade, o Teatro Imaginário Maracangalha realizou a VII Temporada do Chapéu nas ruas de Campo Grande.
Para iniciar, houve o tradicional Cortejo de Abertura conduzido pela Orquestra Vai Quem Vem e com demais artistas. A programação contou com mostra de teatro de rua, intervenção artística, performance, seminários, oficinas, lançamento de livros e sarau a céu aberto. 
A VII Temporada do Chapéu realizou de 12 (doze) espetáculos, de regiões diferentes do país e de Mato Grosso do Sul. Nas ações de formação aconteceu o Seminário Arena Aberta – A rua é nossa, com a participação de artistas de regiões diferentes do Brasil: Vera Parenza (RS), Vanéssia Gomes (CE), Marcio Silveira dos Santos (RS), Marcelo Palmares (SP), Luiz Valente (SP), João Rocha (MS). O mediador dos Seminários foi o diretor do TIM, Fernando Cruz.
“Tecendo um panorama do teatro de rua e as políticas públicas para espaços públicos no país, indagando qual é o espaço da liberdade de expressão nas ruas no momento em que o país retrocede em suas políticas sociais e na democracia, seguimos fortes e vivos na manutenção da arte pública para todos, é este o propósito de estarmos sempre atuantes”, explica Fernando Cruz.
Durante a Temporada, houve a “Oficina Teatro e o Corpo”, com o Grupo Pombas Urbanas de São Paulo e o lançamento de duas importantes publicações sobre Teatro de Rua. 

A “Temporada do Chapéu”, em sua trajetória de seis anos consecutivos e agora na sétima edição tornou-se referência de arte pública em Campo Grande, no MS e no país, tendo reconhecimento notório por sua qualidade de espetáculos, performance, intervenções e seminários.
O projeto conta com o apoio do Fundo de Investimentos Culturais de MS (FIC 2015) e também, com o apoio cultural do SESC Mato Grosso do Sul, Central de Economia Solidária e Rede Brasileira de Rua.
As apresentações são realizadas em espaços públicos abertos dando acesso ao público de todas as idades e segmentos sociais, possibilitando ao o público campo-grandense ter acesso gratuito a produção teatral de rua do país e do MS. 
A Temporada do Chapéu privilegia a troca de saberes entre grupos e a comunidade local durante a mostra, qualificando dessa forma os grupos locais que muitas vezes ficam isolados de ações formativas referente a linguagem de rua e suas especificidades.
A parte formativa da Temporada do Chapéu também acontece em espaços abertos, destacando-se pela participação de importantes nomes do teatro brasileiro e de estudiosos sobre arte pública em espaços públicos com lançamentos de publicações, seminário e oficinas abertas à comunidade.

Arena Aberta

O “Seminário Arena Aberta” é reconhecido como um dos importantes momentos de debate e construção de conhecimento sobre a relação entre arte pública e políticas públicas para arte em espaços abertos dentro do direito a cidade, a cada ano que passa mais pessoas interessadas participam desse importante momento.

terça-feira, 11 de abril de 2017

TRAGICOMÉDIA em Três Lagoas/MS


APRESENTAÇÃO DO ESPETÁCULO 
TRAGICOMÉDIA DE DOM CRISTÓVÃO E SINHÁ ROSINHA


Sinhá Rosinha quer casar, mas, como enfrentará o autoritário pai, o prepotente dom Cristóvão, o ex-namorado e seu apaixonado pretendente? Como escapará de um casamento forjado pelo dinheiro e viverá o seu amor desimpedido? Como diz sinhá Rosinha: “que se dane seu dinheirinho eu quero é o amor!”. Uma farsa que exalta os valores como a independência, a arte e o amor.


Ficha técnica
Adaptação do texto de Federico Garcia Lorca
Direção: Fernando Cruz
Direção musical: Jonas Feliz
Atuadores: Ariela Barreto, Fernando Cruz, Fran Corona, Moreno Mourão e Renderson Valentim
Figurino, cenografia, adereços e maquiagem: Ghva
Arte: Thiago Silva/Najom
Registro audiovisual: Cátia santos
Fotografia: Diogo Gonçalves/Ateliê Passarinho
Realização: Teatro Imaginário Maracangalha
Comparsas: Rede Brasileira de Teatro de Rua (RBTR), Najom, Ateliê Passarinho, Associação Miguel Couto, Degrau Estúdio, BRASA Comunicação, Teatral Grupo de Risco, Circo do Mato e Flor & Espinho Teatro

terça-feira, 4 de abril de 2017

TEKOHA no Projeto Teatro e Bar

Espetáculo Tekohá - Ritual de vida e morte do Deus Pequeno no Projeto Teatro e Bar do Bar Valu, Rua Treze de Maio, 4541, às 20:00 do dia 06/04/2017.



TEKOHA - RITUAL DE VIDA E MORTE DO DEUS PEQUENO
O espetáculo narra a trajetória do líder guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo, Tekoha, tem um significado peculiar. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. Tekoha, assim, refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura guarani. É no Tekoha que os guaranis vivem seu modo de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação tão sagrado aos guaranis.

Ficha técnica:
Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Ariela Barreto, Fran Corona, Moreno Mourão, Renderson Valentim e Fernando Cruz
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Vídeo e foto: Diogo Gonçalves- Ateliê Passarinho
Designe gráfico: Maira Espíndola
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre

TEKOHÁ no RAMS - Reunião de Antropologia de Mato Grosso do Sul

VI RAMS - Reunião de Antropologia de Mato Grosso do Sul na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
A apresentação do espetáculo acontecerá no Complexo Multiuso às 18:30.


TEKOHA - RITUAL DE VIDA E MORTE DO DEUS PEQUENO
O espetáculo narra a trajetória do líder guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo, Tekoha, tem um significado peculiar. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. Tekoha, assim, refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura guarani. É no Tekoha que os guaranis vivem seu modo de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação tão sagrado aos guaranis.

Ficha técnica:
Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Ariela Barreto, Fran Corona, Moreno Mourão, Renderson Valentim e Fernando Cruz
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Vídeo e foto: Diogo Gonçalves- Ateliê Passarinho
Designe gráfico: Maira Espíndola
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre

quarta-feira, 29 de março de 2017

Tekoha no Largo Glênio Pérez em Porto Alegre.RS

Programa Petrobras Distribuidora de Cultura biênio 2015/2016.
Apresentação do espetáculo de teatro de rua Tekoha - ritual de vida e morte do Deus Pequeno, no Largo Glênio Pérez em Porto Alegre/RS, no dia 14 de abril de 2016. 


TEKOHA - RITUAL DE VIDA E MORTE DO DEUS PEQUENO
O espetáculo narra a trajetória do líder guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo, Tekoha, tem um significado peculiar. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. Tekoha, assim, refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura guarani. É no Tekoha que os guaranis vivem seu modo de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação tão sagrado aos guaranis.

Ficha técnica:
Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Estefania Martins, Fran Corona, Moreno Mourão, Renderson Valentin e Fernando Cruz
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Designe gráfico: Maira Espíndola
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre

Tekoha na Praça da Matriz em Porto Alegre.RS

Programa Petrobras Distribuidora de Cultura biênio 2015/2016.
Apresentação do espetáculo de teatro de rua Tekoha - ritual de vida e morte do Deus Pequeno, na Praça da Matriz em Porto Alegre/RS, no dia 14 de abril de 2016



TEKOHA - RITUAL DE VIDA E MORTE DO DEUS PEQUENO
O espetáculo narra a trajetória do líder guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo, Tekoha, tem um significado peculiar. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. Tekoha, assim, refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura guarani. É no Tekoha que os guaranis vivem seu modo de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação tão sagrado aos guaranis.

Ficha técnica:
Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Estefania Martins, Fran Corona, Moreno Mourão, Renderson Valentin e Fernando Cruz
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Designe gráfico: Maira Espíndola
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre

Tekoha em São Borja.RS

Programa Petrobras Distribuidora de Cultura biênio 2015/2016.
Apresentação do espetáculo de teatro de rua Tekoha - ritual de vida e morte do Deus Pequeno, no  Centro Comunitário Samborjense em São Borja/RS, no dia 10 de abril de 2016.



TEKOHA - RITUAL DE VIDA E MORTE DO DEUS PEQUENO
O espetáculo narra a trajetória do líder guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo, Tekoha, tem um significado peculiar. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. Tekoha, assim, refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura guarani. É no Tekoha que os guaranis vivem seu modo de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação tão sagrado aos guaranis.

Ficha técnica:
Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Estefania Martins, Fran Corona, Moreno Mourão, Renderson Valentin e Fernando Cruz
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Designe gráfico: Maira Espíndola
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre

terça-feira, 28 de março de 2017

Tekoha em São Miguel das Missões.RS

Programa Petrobras Distribuidora de Cultura biênio 2015/2016.
Apresentação do espetáculo de teatro de rua Tekoha - ritual de vida e morte do Deus Pequeno, no Centro Comunitário em São Miguel das Missões/RS, no dia 08 de abril de 2016.



TEKOHA - RITUAL DE VIDA E MORTE DO DEUS PEQUENO
O espetáculo narra a trajetória do líder guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo, Tekoha, tem um significado peculiar. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. Tekoha, assim, refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura guarani. É no Tekoha que os guaranis vivem seu modo de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação tão sagrado aos guaranis.

Ficha técnica:
Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Estefania Martins, Fran Corona, Moreno Mourão, Renderson Valentin e Fernando Cruz
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Designe gráfico: Maira Espíndola
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

BLOCO EVOÉ BACO na Praça dos Imigrantes


Galera sai de casa e chega junto na praça, traga a família, a criançada, os amigos e amigas e vem quicando.


DOMINGO - 19.02 - daremos nosso grito de Evoé Baco na praça dos Imigrantes no centro de Campo Grande (rua 26 de Agosto com a Rui Barbosa). 
A partir das 16 horas.
A celebração está linda com os finalistas da 1ª Gira das Marchinhas - Concurso de marchinhas de carnaval 2017: o mestre Dário Pires, Raimundo Galvão, Renata Cristhoforo, Vinil Moraes, Nando Mantoni, Bruno Pironato, Baldinir Bezerra e quem mais se inscrever até lá.


- Traga seu instrumento e participe da Charanga Anarcos do Evoé!


- Traga um quilo de alimento não perecível para as retomadas Guarani Kaiowa, o nosso carnaval é solidário, os comparsas do Coletivo Terra Vermelha estarão na arrecadação.


Venha celebrar, cantar, dançar, desorganizar e carnavalizar a vida!
Vista a sua fantasia e saia da real! 
Chega junto nessa catarse de rua! 
EVOÉ BACO !

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Lançamento do Livro Descolonização do Corpo de Ivan Nogales

Lançamento do livro "Descolonização do Corpo" de Ivan Nogales e roda de conversa com o tema Cultura Viva Comunitária na América do Sul, na sede do Teatro Imaginário Maracangalha, no dia 02.02.2017.





Descolonização do Corpo com IVAN NOGALES

Oficina Descolonização do Corpo com  Ivan Nogalesator, escritor, diretor teatral e produtor cultural boliviano. Ivan coordena a Fundacion Compa (http://www.fundacioncompa.com/) em El Alto, cidade ao lado de La Paz, em um trabalho que envolve jovens e crianças. Em 1989 ele fundou o Teatro Trono, grupo com uma proposta política, independente, de vanguarda e revolucionário. Nogales conseguiu uma forma de participação da juventude em que os jovens se transformam em representantes de um teatro-prática ligado aos instintos da comunidade, por meio de exercícios e uma metodologia baseada na busca do equilíbrio do corpo.






Foto de Ariela Barreto

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

II Pré-Carnaval EVOÉ BACO na ORLA DO SÃO FRANCISCO


 Bloco Evoé Baco visita nessa sexta-feira, 3 de fevereiro agora na ORLA DO SÃO FRANCISCO, na rua 14 de Julho esquina co a avenida Euller de Azevedo.


Com participação especialíssima da Orquestra VAI QUEM VEM e do Bloco SUBAQUERA DA BAHIA!

PARTICIPE com sua marchinha da 1ª Gira das Marchinhas - CONCURSO de MARCHINHAS de CARNAVAL 2017

Não esqueça de seu instrumento e fantasia porque vai rolar:
- Gira das Marchinhas - Concurso de marchinhas de carnaval
- Ensaio aberto da Charanga de marchinhas e muita folia.


Vem que a catarse é garantida, todo mundo toca, canta e dança...giragiragira sem medo de ser feliz pois a festa é de bamba, é na rua é no boteco !!!


LEMBRETE. O CARNAVAL É SOLIDÁRIO, LEVE UM KILO DE ALIMENTO NÃO PERECÍVEL e ajude o povo Guarani Kaiowa a resistir nas retomadas de seus territórios tradicionais, o Coletivo Terra Vermelha estará arrecadando e organizando a coleta e distribuição.

EVOÉ BACO !

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Fotos da TRAGICOMÉDIA

Fotos da apresentação do espetáculo TRAGICOMÉDIA DE DOM CRISTÓVÃO E SINHÁ ROSINHA, do dia 30 de janeiro de 2017 na Praça Ari Coelho.
Fotos de Mara Rojas






domingo, 29 de janeiro de 2017

Apresentação do Espetáculo TEKOHA


Apresentação é parte da programação do intercambio com Ivan Nogales do Teatro Trono e Fundação Compa

TEKOHA - RITUAL DE VIDA E MORTE DO DEUS PEQUENO
O espetáculo narra a trajetória do líder guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo, Tekoha, tem um significado peculiar. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. Tekoha, assim, refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura guarani. É no Tekoha que os guaranis vivem seu modo de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação tão sagrado aos guaranis.

Ficha técnica:
Direção: Fernando Cruz
Dramaturgia: Fernando Cruz e atuadores
Atuadores: Ariela Barreto, Fran Corona, Moreno Mourão, Renderson Valentin e Fernando Cruz
Pesquisa: Patrícia Rodrigues
Alegoria: Lício Castro
Cenografia: Zéduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Preparação corpo em cena: Breno Moroni
Produtora e contra - regra: Ana Capilé
Designe gráfico: Maira Espíndola
Assessoria de Imprensa: Carol Alencar Cozzati
Duração 50 min. /Classificação livre

ABAIXO A PROGRAMAÇÃO COMPLETA!
QUINTA (02.02.17)
8h / 11h 
Oficina: Descolonização do corpo 
Ministrante: Ivan Nogales (Bolívia) 
Público: Atores, dançarinos, estudantes e educadores 
Local: Centro Cultural José Octávio Guizzo
Rua 26 de Agosto, 453
19h / 21h 
Roda de Conversa: Cultura Viva Comunitária na América do Sul
Lançamento do livro “Descolonizacion del cuerpo” de Ivan Nogales (Bolívia)
Público: Pontos de cultura, associação de moradores, coletivos culturais e movimentos sociais 
Local: Sede do Teatro Imaginário Maracangalha 
Rua Joaquim Murtinho, 2204
SEXTA (03.02.17)
8h / 11h 
Oficina: Descolonização do corpo
Ministrante: Ivan Nogales (Bolívia) 
Público: Atores, dançarinos, estudantes e educadores 
Local: Centro Cultural José Octávio Guizzo
Rua 26 de Agosto, 453
15h
Apresentação: Tekoha – Ritual de Vida e Morte do Deus Pequeno 
Bate papo
Local – Praça Ari Coelho 
Centro
Noite
Pré-carnaval Evoé Baco 
Bloco de rua 
Carnaval popular 
Concurso de marchinhas 

Orla do São Francisco na rua 14 de julho esquina com a Avenida Euller de Azevedo

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Apresentação da TRAGICOMÉDIA DE DOM CRISTÓVÃO E SINHÁ ROSINHA


APRESENTAÇÃO DO ESPETÁCULO 
TRAGICOMÉDIA DE DOM CRISTÓVÃO E SINHÁ ROSINHA

DIA 30.01.2017
ÀS 17:00
PRAÇA ARI COELHO

Sinhá Rosinha quer casar, mas, como enfrentará o autoritário pai, o prepotente dom Cristóvão, o ex-namorado e seu apaixonado pretendente? Como escapará de um casamento forjado pelo dinheiro e viverá o seu amor desimpedido? Como diz sinhá Rosinha: “que se dane seu dinheirinho eu quero é o amor!”. Uma farsa que exalta os valores como a independência, a arte e o amor.


Ficha técnica
Adaptação do texto de Federico Garcia Lorca
Direção: Fernando Cruz
Direção musical: Jonas Feliz
Atuadores: Ariela Barreto, Fernando Cruz, Fran Corona, Moreno Mourão e Renderson Valentim
Figurino, cenografia, adereços e maquiagem: Ghva
Arte : Thiago Silva/Najom
Registro audiovisual: Cátia santos
Fotografia: Diogo Gonçalves/Ateliê Passarinho
Realização : Teatro Imaginário Maracangalha
Comparsas: Rede Brasileira de Teatro de Rua (RBTR), Najom, Ateliê Passarinho, Associação Miguel Couto, Degrau Estúdio, BRASA Comunicação, Teatral Grupo de Risco, Circo do Mato e Flor & Espinho Teatro

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Fotos da TRAGICOMÉDIA na Ampare

Algumas fotos da apresentação do espetáculo TRAGICOMÉDIA DE DOM CRISTÓVÃO E SINHÁ ROSINHA na Instituição Salesianos Ampare, no dia 20 de janeiro de 2017.
Obrigado Ampare!
EVOÉ







Foto de Wellington Gonçalves Pereira - Instrutor de Teatro e Coordenador de Pastoral